Corpo

Lipoaspiração/Lipoescultura

A lipoaspiração consiste na retirada de gordura mediante a utilização de cânulas finas conectadas a um aparelho de sucção. Esta cirurgia está indicada para o tratamento de gorduras localizadas em qualquer região do corpo, como abdômen, dorso, flancos, culotes, parte interna das coxas, joelhos, braços, pescoço, entre outras. É compreensível que o paciente imagine a lipoaspiração como tratamento da obesidade ou para perda de peso, porém o objetivo aqui é aprimorar o contorno corporal, e não apenas reduzir alguns quilos na balança.  Geralmente realizada sob anestesia geral, em casos menores a anestesia local pode ser utilizada, desde que sempre realizada em centro cirúrgico e com acompanhamento do anestesista.

A cirurgia conhecida por lipoescultura constitui na lipoaspiração associada com a lipoenxertia, ou seja, a gordura retirada é processada e reutilizada como enxerto para o preenchimento de depressões (como, por exemplo, a porção lateral das pernas) ou até para aumento dos glúteos, onde a gordura é injetada dentro da camada muscular, constituindo uma ótima opção para o aprimoramento desta região.

Em todas as lipoaspirações, uma solução anestésica com adrenalina e soro fisiológico é injetada na região a ser aspirada, facilitando a retirada das células de gordura e diminuindo o sangramento provocado pelo procedimento. Para denominar esta técnica, utilizamos a expressão técnica “lipoaspiração tumesceste”, popularizada pelo nome de “hidro-lipo”.

 

Lipoaspiração X Mídia: O que está acontecendo de errado?

 

Infelizmente, a mídia tem divulgado com uma freqüência cada vez maior, casos de complicações ou até óbitos envolvendo a cirurgia de lipoaspiração. O que está acontecendo de errado?

Na verdade, muitas coisas. Estudos estatísticos mostram que menos de 1% dos casos de óbitos em lipoaspiração ocorrem com pacientes de cirurgiões plásticos credenciados pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Em outras palavras, a imensa maioria dos óbitos decorre de procedimentos realizados por médicos de outras especialidades – ou até sem especialização nenhuma, como com os chamados profissionais de “medicina estética, “cirurgia plástica estética”, e outras denominações igualmente não reconhecidas pelo Conselho Federal de Medicina. A lipoaspiração tem sido realizada abusivamente por estes profissionais – os quais não são cirurgiões plásticos filiados a SBCP – que, por difundirem a idéia de se tratar de um procedimento de fácil execução, acabam negligenciando os seus riscos e colocando a vida dos pacientes em perigo.  Tornou-se comum encontrar pacientes que operam com “especialistas em lipo” que sequer passaram pela residência de cirurgia plástica e que realizam cirurgias em consultórios, salas de edifícios comerciais ou outros lugares ainda menos apropriados. Para tentar diferenciar o procedimento e até difundir a idéia de que trata-se de um procedimento sem risco, adotam diversos nomes de fantasia que terminam por seduzir o paciente, que acredita que será submetido a um procedimento mais simples  e seguro que a lipoaspiração: Lipo-light, Mini-lipo, Weekend-lipo, todos estes nomes correspondem à mesma cirurgia de lipoaspiração. Onde está a diferença? Na sua segurança.

ÚNICA justificativa para se realizar esta cirurgia em qualquer lugar FORA DE UM HOSPITAL é o CUSTO. É evidente que realizar uma cirurgia em consultório, sala de procedimentos, ou qualquer outro lugar fora do hospital deixa o custo total muito mais baixo do que em um hospital de qualidade, com um bom centro cirúrgico e um centro de terapia intensiva. O custo hospitalar torna o procedimento mais caro, porém esta diferença refere-se SOMENTE à sua segurança. Qualquer que seja o problema que o paciente apresente, seja uma simples reação alérgica ao anestésico ou uma queda de pressão, pode ser tranqüilamente corrigido quando o paciente está em um hospital, monitorado pelo anestesista e com a segurança de um CTI à disposição. No entanto, caso ocorra uma reação destas em um consultório ou outro local fora de um hospital, qualquer intercorrência destas poderá ter um desfecho totalmente inesperado.

 

O que você deve saber antes de submeter-se a uma lipoaspiração?

 

1- Conheça a cirurgia: Qualquer procedimento que consista em retirar gordura com uma cânula chama-se lipoaspiração. Mini-lipo, Lipo-light, Hidro-lipo, e outros nomes de fantasia também referem-se à cirurgia de lipoaspiração, com todos os riscos que pode envolver este procedimento.

2- Conheça os riscos: Todas as cirurgias possuem um certo grau de risco. A segurança advém de saber reconhecer estes riscos e tomar medidas para evitá-los. Assim, confie se o seu médico opte por operá-la em um hospital bem equipado, mesmo que isto envolva um custo maior. A única preocupação dele é pela sua segurança, e estas medidas são necessárias para minimizar os riscos e tornar o procedimento seguro. Por outro lado, desconfie de o seu médico negligencia estes riscos. Dizer que a lipoaspiração pode ser feita em consultório ou fora do hospital significa que ele não conhece os riscos ou que não se importa com sua segurança.

3-Conheça o seu médico: Não basta ter uma indicação de outra pessoa que já operou. CERTIFIQUE-SE que o seu médico é filiado à SOCIEDADE BRASILEIRA DE CIRURGIA PLÁSTICA. Acesse www.cirurgiaplastica.org.br e procure o registro do seu cirurgião. Todos os cirurgiões plásticos credenciados e filiados à SBCP deverão constar no site da Sociedade. Se o nome dele não constar na pagina da SBCP, ele não é cirurgião plástico. As estatísticas apontam que a imensa maioria dos casos de complicação em lipoaspiração envolve médicos não – especialistas (ou seja, que não são filiados à SBCP)

4-Conheça o seu Hospital: Não realize procedimentos cirúrgicos fora de um hospital. Certifique-se que o hospital possui um Centro de Tratamento Intensivo (CTI). Por mais simples que seja a cirurgia, ela deve ser feita sempre em ambiente hospitalar. Lipoaspiração com anestesia local em consultório NÃO é um procedimento seguro e NÃO É recomendado pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

5- Planeje-se: Não realize uma cirurgia de lipoaspiração se não for dispor de tempo ou condições financeiras para realizá-la com segurança ou mesmo para recuperar-se com tranqüilidade. É preferível aguardar um pouco para realizar o seu sonho do que fazê-lo a qualquer custo

 

Abdômen

A cirurgia do abdômen, a chamada abdominoplastia, consiste em um procedimento extremamente gratificante, sendo indicada para os casos onde exista um excesso de pele acompanhado de flacidez da musculatura da região abdominal, o que geralmente ocorre após as gestações ou emagrecimento acentuado. Com a gestação, o crescimento do útero leva ao afastamento das fibras do músculo reto abdominal, a chamada “diástase” tornando o abdômen protuso e abaulado, por mais que a paciente recupere o seu peso após o parto. Somado a este afastamento muscular, o estiramento da pele do abdômen na gestação leva ao seu acúmulo no pós-parto, tornando muito difícil a recuperação natural do contorno corporal.
Utilizando-se a técnica de ressecção em bloco idealizada pelo Professor Ronaldo Pontes, as incisões são meticulosamente calculadas de modo a produzir cicatrizes simétricas e ocultáveis pelas roupas de banho. Adicionalmente, o tratamento da musculatura abdominal permite a correção da flacidez muscular, delineando a cintura e produzindo um abdômen muito mais jovial e harmonioso.

É muito comum, após o período gestacional, a ocorrência simultânea de flacidez abdominal com o esvaziamento e ptose (queda) das mamas. Torna-se então indicada a realização simultânea de ambas as cirurgias, ou seja, da abdominoplastia com a cirurgia das mamas – O que nos EUA recebeu a simpática denominação de “The Mommy Makeover”, ou seja “A transformação da Mamãe”. Esta cirurgia combinada permite abordar concomitantemente as regiões que foram afetadas com a gestação e a amamentação, aproveitando um só procedimento cirúrgico, o que significa um menor período de recuperação se compararmos com as duas cirurgias feitas separadamente.

Atenção especial deve ser dada à cicatriz umbilical, uma vez que esta é a região mais aparente com o uso de roupas de praia, tornando-se foco freqüente de queixas em casos mal conduzidos. A técnica de onfaloplastia (reconstrução da cicatriz umbilical) utilizada pelo Dr. Luciano Loss é calculada para que a cicatriz fique por dentro do umbigo, minimizando o aspecto cicatricial e permitindo resultados muito naturais.  Em casos específicos, a cirurgia do abdômen pode ser complementado com a lipoaspiração para a obtenção de um melhor resultado, e naqueles casos em que exista uma hérnia umbilical, esta pode ser tratada também durante o mesmo procedimento.

A cirurgia do abdômen é realizada com anestesia geral, o que conduz a um maior conforto e segurança para o paciente e para o cirurgião. A cirurgia leva em torno de 3 horas e a retirada dos pontos é feita entre o sétimo e o décimo dia de pós-operatório.

MINI-ABDOMEN:

Existem muitos casos, quando existe apenas um pequeno excesso de pele, onde a cirurgia de mini-abdomen pode ser indicada. O mini-abdomen não significa uma abordagem melhor ou mais moderna, mas trata-se de um procedimento menor, indicado para aqueles pacientes em que o excesso de pele é pequeno. Portanto, não devemos comparar o abdômen e o mini-abdomen como se uma técnica fosse melhor ou mais moderna que a outra, mas sim compreender qual delas consitui a melhor indicação para o paciente em questão. Realizar um mini-abdomen em um paciente que possui indicação formal de cirurgia do abdômen convencional vai levar a um resultado insatisfatório, uma vez que o excesso de pele não será adequadamente removido. Do mesmo modo, é desnecessário indicar uma cirurgia do abdômen completo em uma paciente que apresente apenas um pequeno excesso de pele na porção mais baixa do abdômen, o que poderia ser bem corrigido com um mini-abdômen, sem a necessidade de ampliar a cicatriz. Em qualquer caso, a avaliação do cirurgião é fundamental para indicar a abordagem mais adequada paro o seu caso.

 

Prótese de Glúteo

A busca das pacientes pela cirurgia de aumento de glúteo tem aumentado radicalmente nos últimos anos. Os avanços na fabricação dos implantes, somado às novas técnicas de inclusão das próteses, permitem atualmente a obtenção de resultados belíssimos, com cicatrizes muito discretas e uma confortável recuperação pós-operatória.

Antes limitado aos implantes redondos, atualmente dispomos também dos implantes ovais da linha Quartzo, de contorno natural, que podem ser posicionados de diferentes maneiras para o aprimoramento do formato e tamanho dos glúteos. Os implantes redondos garantem maior projeção, enquanto os ovais aprimoram o contorno corporal, mesmo naquelas pacientes que dispõem naturalmente de pouca projeção glútea.

A cirurgia é realizada com anestesia geral, o que confere maior segurança ao procedimento. O implante é colocado dentro da musculatura glútea, em uma profundidade que permite o aumento da projeção e uma melhor definição contorno corporal.

A paciente é posicionada em decúbito ventral (barriga para baixo) nos primeiros dias de pós-operatório, podendo em poucos dias deitar-se em decúbito dorsal (barriga para cima) e até sentar-se, sem interferir no resultado da cirurgia. Cuidados especiais são tomados na realização dos curativos, até que a cicatriz feche-se completamente, com os pontos sendo retirados em torno do décimo dia.

A cirurgia de aumento de glúteo com implantes de silicone leva em torno de 1:30h, trazendo para a paciente um grande aprimoramento do contorno corporal e traduzindo-se em elevados índices de satisfação. Atualmente, no entanto, tornou-se muito difundido o aumento do glúteo com o uso da chamada bioplastia, ou seja, com o preenchimento do glúteo com um material plástico chamado de polimetilmetacrilato, conhecido por PMMA. Embora o custo seja menor, vale ressaltar que o aumento glúteo com PMMA é contra-indicado pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), devido aos riscos inerentes a este procedimento, como casos envolvendo necroses de tecido e, principalmente, pela impossibilidade de retirada do material caso seja necessário. O preenchimento torna-se entranhado à musculatura glútea, impossibilitando sua retirada. Segue a resolução do Conselho Federal de Medicina e da SBCP quanto às restrições ao uso da bioplastia:

 

“EM REUNIÃO REALIZADA NO DIA 17/03/2006, O CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA ATRAVÉS DE SUAS CÂMARAS TÉCNICAS ESTABELECEU:

-A DENOMINAÇÃO DE “BIOPLASTIA”, AMPLAMENTE DIVULGADO PELA MÍDIA, E QUE UTILIZA O PRODUTO, PMMA (POLIMETILMETACRILATO), APRESENTADO COM DIVERSOS NOMES COMERCIAIS E SEM COMPROVAÇÃO CIENTÍFICA DOS EFEITOS DE SUA INTRODUÇÃO NO CORPO HUMANO, RECOMENDAMOS CAUTELA NA SUA UTILIZAÇÃO NO SENTIDO DE PROTEÇÃO AOS PACIENTES E RESTRITA AOS PROFISSIONAIS DA ÁREA MÉDICA HABILITADOS.

PARA A SBCP, ESSA LIMITAÇÃO NA UTILIZAÇÃO DA BIOPLASTIA, MUITAS VEZES EXERCIDA POR PESSOAS NÃO HABILITADAS, CAUSANDO INCLUSIVE MUTILAÇÕES, NECROSES, ALÉM DE SEQUELAS IRREVERSÍVEIS, ERA ANSEIO ANTIGO DOS CIRURGIÕES PLÁSTICOS.”

“Em virtude da larga divulgação de procedimento conhecido como bioplastia executado por médicos, inclusive em programas de televisão, e considerando aspectos éticos e técnicos dessa prática, as Câmaras Técnicas de Cirurgia Plástica e de Produtos e Procedimentos em Estética deste Conselho Federal de Medicina resolveram, em reunião conjunta realizada em 17/03/2006, emitir o seguinte comunicado:

1. O produto usado, o PMMA (polimetilmetacrilato), em diversas apresentações comerciais, encontra-se, em algumas formas, registrado na ANVISA para uso específico e determinado;
2. Não há estudos sobre o comportamento a longo prazo desse produto usado no corpo humano para preenchimentos, principalmente em grandes volumes e intramuscular;
3. Recomenda-se aos médicos cautela nessa prática, no sentido de proteção maior aos pacientes, os quais podem ser influenciados pela divulgação fantasiosa e exagerada;
4. É preocupante a constatação de que não-médicos aventuram-se de maneira irresponsável em procedimentos invasivos de preenchimentos, expondo pacientes a riscos inaceitáveis;

5. Esta recomendação é necessária até que estudos embasados técnica e eticamente possam comprovar a eficácia e a não-maleficência deste procedimento. “

Seguindo as recomendações da Sociedade, contra-indicamos o usa do PMMA para aumento do glúteo, enquanto destacamos o uso dos implantes de silicone como uma forma eficaz e segura de obter o aumento dos glúteos e o aprimoramento do contorno corporal.

 

Braços (Braquioplastia)

Esta cirurgia foi idealizada com o objetivo de retirar o excesso de pele da região inferior do braço, corrigindo-se a flacidez que inevitavelmente aparece com o avançar da idade ou após emagrecimento acentuado.

O cuidado principal a ser observado nesta cirurgia é calcular meticulosamente a porção de pele a ser retirada, objetivando posicionar a cicatriz o mais ocultamente possível quando com os braços em repouso. Embora acarrete uma cicatriz extensa, o benefício obtido com a cirurgia compensa qualquer ônus cicatricial.

 

 

Dorso (Torsoplastia)

Trata-se de uma cirurgia de exceção, e de modo geral, muito pouco realizada. No entanto,

quando bem indicada possui resultados impressionantes. Consiste na ressecção do excesso de pele que geralmente se acumula por cima do soutien na região do dorso, desde as partes laterais inferiores das mamas até o meio das costas. Nestes casos, a marcação da pele a ser retirada deve ser meticulosamente estudada, de maneira que a cicatriz fique oculta pelo soutien ou roupas de banho. O resultado é um dorso limpo, sem dobras de pele, de aspecto jovial e harmônico.

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Aviso: as imagens presentes neste site são meramente ilustrativas e não correspondem à pacientes reais.
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