Peelings ajudam a recuperar a pele após estragos de verão; veja como escolher

A chegada do inverno é o período ideal para fazer tratamentos mais potentes no rosto e reparar os danos causados ou intensificados pela exposição ao sol e demais agentes externos durante o verão, caso de manchas, linhas finas, rugas, falta de brilho, ressecamento e acne. Mas, tudo isso pode ser resolvido com peeling, o terceiro procedimento mais realizado no Brasil, ficando atrás apenas do preenchimento e da aplicação de toxina botulínica, segundo pesquisa de 2009 do Instituto Datafolha encomendada pela Sociedade Brasileira de Cirurgia. “Volta e meia surgem novos ativos e os clássicos são aperfeiçoados trazendo resultados cada vez mais satisfatórios e sem afastar a pessoa da rotina”, justifica o dermatologista Alexandre Okubo, de São Paulo, que junto com outros especialistas explicam como funciona algumas das melhores opções para recuperar a saúde e a beleza do seu rosto.

Falta de brilho
Para resolver o problema, que aparece devido à desidratação provocada pelo sol, o dermatologista Alexandre Okubo, da Clínica Prime Medicina, em São Paulo, sugere o easy peel. Elaborado com os ácidos tricloroacético, cítrico e L-ascórbico, ele provoca uma descamação suave na pele que elimina as células mortas para que as novas fiquem na superfície. “Isso é suficiente para deixar o rosto mais iluminado, claro e com coloração uniforme na primeira sessão, apesar de serem indicadas quatro, com intervalo de sete a dez dias entre elas”, diz o médico. Segundo ele, o tratamento não leva mais do que 15 minutos, causa um leve ardor e pode deixar o rosto um pouco avermelhado por até duas horas. Quem está grávida ou amamentando não pode fazer.

Ressecamento

O alkapeel é uma boa pedida. “Trata-se de um peeling alcalino suave que reage com a gordura do rosto a fim de facilitar a remoção da camada mais externa da pele que está ressecada”, explica o dermatologista Alexandre Okubo. Para isso, o médico espalha o produto no rosto (o que leva 15 minutos) e, na sequência, passa um creme com ativos hidratantes e regeneradores. “O tratamento não dói nem arde, no máximo, deixa uma discreta vermelhidão por alguns minutos em quem tem pele sensível”, garante o médico. A desidratação é atenuada logo de cara, mas para ser efetiva é necessário fazer entre duas e cinco sessões, sendo uma a cada duas ou três semanas. Em tempo: quem tem acne inflamada ou alguma irritação na pele, está grávida ou amamentando não deve fazer o procedimento.

Acne
Apesar da radiação ultravioleta agir como um antibactericida natural, secando ou melhorando as espinhas, há casos em que elas pioram. “Isso porque o calor ativa a produção de sebo, o que favorece a proliferação dos germes causadores da acne, assim como o uso de filtro solar oleoso”, diz a dermatologista Regina Schechtman, do Rio de Janeiro. Nesses casos, ela indica o peeling que combina resorcinol e os ácidos salicílico, retinoico e lático. “Além de eliminar o excesso de oleosidade, o procedimento elimina as células que estão inflamadas por meio da descamação e permite que outras novas surjam no lugar”, completa a médica. O tratamento, que é feito entre 20 e 30 minutos, deixa a pele vermelha e descamando por até sete dias, que é quando o resultado aparece. A recomendação é fazer entre três e cinco aplicações, sendo uma a cada sete ou 15 dias. “Há uma melhora de 50% a 80% da acne. O restante pode ser resolvido com tratamento em creme ou comprimido conforme a intensidade do problema”, diz Regina, que avisa que esse peeling não pode ser realizado por quem tem lúpus, vitiligo, psoríase, está grávida ou amamentando.

Linhas finas
Se elas ficaram mais evidentes por causa do sol, a dermatologista Leila Mussa Ribeiro, de Três Lagoas (MS), recomenda fazer um peeling de ácido retinoico entre 1% e 5%. “Além de provocar uma descamação suave, o procedimento estimula o colágeno, deixando a pele mais saudável, viçosa e lisinha”, conta. A sessão é tranquila: basta o médico limpar a pele e espalhar o ácido, que só vai ser enxaguado entre quatro e seis horas depois, quando já estiver em casa. “Durante a aplicação, a pessoa sente apenas um leve ardor. Já a vermelhidão, a descamação e o ressecamento surgem na primeira semana. Passada essa fase, já dá para notar a melhora da pele”, afirma Leila, que avisa que o número de sessões e o intervalo entre elas variam de pessoa para pessoa, podendo ser semanal, quinzenal ou mensal, desde que não tenha sensibilidade ao ácido retinoico nem predisposição a manchas ou seja muito branquinha.

Rugas
Quando elas dão as caras, a dermatologista Carmem Durazzo, da Cliniderm, em São Paulo, costuma associar dois peelings. “Primeiro, aplico um mais suave, à base de resorcinol e ácidos salicílico, retinoico e lático, para descamar a pele. Logo em seguida, espalho o ácido tricloroacético (ATA) 25% ou 35% para atingir as camadas mais profundas e ativar o colágeno”, esclarece a médica. De acordo com ela, o segundo peeling causa desconforto mas como ele é removido no próprio consultório, em poucos minutos, é bem tolerado. Em média, são necessárias entre três e quatro sessões, com intervalos de 30 a 45 dias entre elas. “É preciso ressaltar que o rosto descama por dez dias, a pessoa fica proibida de se expor ao sol nesse período e necessita manter a pele hidratada e protegida com FPS 30+”, avisa Carmem. Em tempo: as rugas dão uma boa suavizada, mas não desaparecem totalmente. Além disso, quem tem alergia à substância clareadora hidroquinona e está bronzeada não pode fazer.

Manchas
Se o verão deixou sua marca mais escura ou fez surgir alguma que estava escondida (geralmente, isso acontece em quem tem facilidade para manchar a pele), a dermatologista Fernanda Sanchez, do Rio de Janeiro, indica o melanoblock. Composto pelos ácidos retinoico, azelaico, kójico e glicerritinico, além de arbutin, glabridina e extrato de brassica napus, ele serve tanto para estimular a descamação do rosto e combater a irritação quanto para inibir e diminuir a quantidade do pigmento responsável pela cor escura. “Para isso, o melanoblock deve permanecer em contato com a pele por 24 horas, período em que é comum arder ou pinicar. Após o enxágue, o rosto fica sensível, avermelhado e descama por uma semana”, avisa a dermatologista. Segundo ela, uma única aplicação elimina manchas superficiais, enquanto as mais profundas são apenas clareadas. “O tratamento pode ser feito por brancas, morenas e negras, exceto gestantes ou quem tem alergia a um dos componentes da fórmula”, completa.

Metade das meninas já pode estar obcecada com a imagem corporal, diz pesquisa

A busca pelo corpo perfeito não é novidade entre homens e mulheres, mas o que dizer sobre crianças que não suportam a própria aparência? Pesquisa realizada pela Central YMCA com 810 jovens constatou que metade das meninas e um terço dos meninos, com idades entre 11 e 16 anos, estão dispostos a tomar medidas extremas, como recorrer a cirurgias plásticas ou tomar remédios, para modificar a aparência ou atingir o peso considerado ideal.

E as conclusões sobre o ideal de beleza de crianças e jovens não para por aí. Um em cada dez meninos pesquisados revelou que tomaria esteroides anabolizantes para aumentar os músculos, enquanto 16% das meninas estaria disposta a ingerir laxantes ou remédios para emagrecer.

Meninas e meninos fariam plástica para ter corpo dos sonhos
Quando questionados sobre os corpos das pessoas que veem na TV, os jovens pesquisados revelaram que o ideal de beleza está distante do que é refletido no espelho. Metade das meninas e um terço dos meninos disseram que se submeteriam a uma cirurgia plástica para chegar mais perto do corpo dos sonhos.

Diretor executivo da Central YMCA, Rosi Prescott disse ao jornal britânico Daily Mail que “o estudo mostra o quanto os jovens estão inseguros sobre a aparência e imagem corporal. Há uma tendência crescente entre eles em recorrer a soluções rápidas, o que aumenta os riscos à saúde. A pressão para que eles obedeçam a uma imagem corporal inatingível e fora da realidade é a raiz de todo esse problema”.

Anorexia já atinge crianças
Há alguns meses, o Instituto de Saúde Infantil da Universidade de Londres (UCL) publicou estudo revelando que centenas de crianças britânicas de cinco a sete anos foram tratadas com anorexia, distúrbio alimentar em que a pessoa não come. A pesquisa compilou números de 35 hospitais públicos e revelou que, na faixa etária de 5 a 15 anos, os números sobem para 2 mil crianças já tratadas com o problema.

Os pesquisadores calculam que três em cada 100 mil crianças até 13 anos sofrem com transtornos alimentares no Reino Unido e na Irlanda. Os cientistas acreditam que este número seja maior, já que alguns centros de saúde não disponibilizaram seus dados.

Substância usada em bioplastia pode ser prejudicial à saúde

A promessa é sedutora e atrai mulheres em busca do corpo perfeito: plástica sem bisturi e de resultados imediatos. O procedimento da moda chama-se “bioplastia”, à base de injeções de uma substância chamada PMMA. Mas cuidado: as consequências do uso indiscriminado do PMMA podem ser desastrosas.

Plástica simples, barata, sem cortes e com resultados imediatos. Vantagens tentadoras. O procedimento é conhecido como “bioplastia”. Mas o que pode acontecer a muitos pacientes – horas, dias e até anos depois – são sequelas irreversíveis.

“Foi começando a aparecer como se fosse uma queimadura de primeiro grau. Daí, eu fui para o hospital. A princípio, eles acharam que poderia ser celulite. Mas começou a necrosar”, conta Marina Menezes, de 20 anos.

Este é um problema que Marina e outras mulheres vêm enfrentando depois de injeções de uma substância chamada polimetilmetacrilato, o chamado PMMA, um derivado do acrílico. Como Marina, muitas buscavam a forma ideal. Mas sofreram inflamações gravíssimas e acabaram tendo que retirar parte da pele, da gordura e até do músculo da região onde a substância foi aplicada.

Em muitos casos, as lesões causadas pela bioplastia são tão violentas – e chocantes – que o Fantástico decidiu não exibir as imagens.

Isso acontece porque o organismo não consegue absorver o PMMA. Ele entra como um gel e logo depois endurece. Ocorre uma reação inflamatória, e em muitos casos há necrose dos tecidos. O produto pode ainda migrar para outras áreas do corpo e provocar graves deformações.

No hospital que é referência em cirurgia reparadora em Porto Alegre, a procura de pacientes para corrigir implantes permanentes aumentou 30% de 2010 para 2011.

“Em média, a gente tem observado entre cinco a dez anos para alguma alteração acontecer”, conta a cirurgiã plástica Bárbara Machado.

“Nós temos uma experiência muito grande de casos em que este produto metacrilato foram utilizados com complicações. E estas complicações nem sempre são fáceis de serem tratadas”, diz o cirurgião plástico Ivo Pitanguy.

Há dez dias, a ex-BBB Monique Amin fez bioplastia no nariz e no bumbum.

Ela conta que foi o médico quem a convenceu a fazer. Diz que aceitou na hora e não tinha nenhuma informação a respeito do procedimento.

Mulheres que o Fantástico mostrou preferem esconder os resultados da bioplastia, e por isso não serão identificadas.

“Eu quase morri. Nos primeiros dias eram dores horríveis”, conta uma das pacientes da enfermeira Fernanda Ouverney Valente, presa há duas semanas no Rio de Janeiro. Hoje, Fernanda está solta e responde por exercício ilegal da profissão e lesão corporal gravíssima.

A paciente ficou mais de um mês internada e perdeu 15 quilos, com uma forte infecção nas nádegas. Ela conta que chegou a ver o estado em que o corpo dela ficou. “Vi e fiquei desesperada”.

Só médicos podem aplicar o PMMA, mas é fácil encontrar clínicas com pessoas não qualificadas administrando livremente o produto.

Com uma câmera escondida, uma equipe de reportagem do Fantástico foi a um consultório no subúrbio do Rio de Janeiro. Uma mulher se apresenta como fisioterapeuta e garante que não há qualquer contraindicação.

Mulher: Eu colocaria aqui uns 350ml.
Mulher: “Fica em R$ 3,5 mil. Em umas duas horas eu te deixo com um bumbum bonito”, garante a mulher.

A equipe de reportagem do Fantástico voltou ao consultório, mas a mulher flagrada oferecendo PMMA não foi encontrada. E até o fechamento desta reportagem, ela não retornou a ligação do programa.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária não proíbe a utilização do PMMA. Já o Ministério da Saúde autoriza o uso pelo SUS somente em doentes com HIV, que sofrem com perda de gordura na face, um efeito colateral do tratamento.

“Nestes casos, o PMMA pode ser usado para corrigir este problema e fazer com que a pessoa não abandone o tratamento, porque está vendo que sua face está se modificando”, explica Jarbas Barbosa, secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde,

O Conselho Federal de Medicina emitiu há cinco anos um alerta oficial sobre os riscos do produto e pediu cautela aos médicos. Mas o cirurgião plástico Almir Nácul, que se diz o criador da bioplastia no Brasil, continua usando PMMA em boa parte dos seus 17 mil pacientes.

“A bioplastia é uma técnica muito segura. O índice de infecção é zero. Nunca tive um caso de infecção”, garante o cirurgião.

Ao longo da entrevista, porém, doutor Nácul admite que já houve complicações. “Já tive problemas de nódulo, mas raramente. É muito raro e tratável”, assegura.

“Não tem tratamento. Não há como retirar este produto. Estas pessoas vão ficar controlando essas crises com uso de corticosteróides, antinflamatórios e antibióticos. Não tem tratamento”, diz o cirurgião plástico Carlos Alberto Jaimovich.

Mesmo assim, uma paciente ainda tem esperança de remover o PMMA dos seios. “Infiltrou nas partes mais profundas. É um horror. Hoje eu estou toda empedrada. Não consigo dormir de bruços. Não consigo levantar meus braços direito porque repuxa tudo”, descreve.

“Jamais pode se injetar uma substância qualquer, seja por estética ou reparação, sem conhecê-la. Isso é uma imprudência. Não se sabe qual será o comportamento desta substância. Não se sabe se, ao invés de trazer uma ajuda ao paciente, pode causar um dano”, alerta o cirurgião plástico Pedro Alexandre Martins, da PUC do Rio Grande do Sul.

“Eu não sabia das consequências. Se eu soubesse, nunca teria feito. Jamais”, conclui uma das pacientes entrevistadas pelo Fantástico.

Fonte: Fantástico (Rede Globo)
www.fantastico.globo.com

Cirurgia plástica faz parte do treinamento de miss para levar a coroa

Loira, morena, negra, mulata, oriental. Como é a mulher mais bonita do planeta? Neste ano ela é mexicana, tem 22 anos e atende pelo nome de Jimena Navarrete. A morena foi eleita a Miss Universo 2010 recentemente, em agosto, na cerimônia realizada em Las Vegas, nos Estados Unidos. A beldade superou outras 82 candidatas. Mas qual a fórmula do sucesso para sagrar-se miss? Para entrar na disputa da coroa, ser bonita é pré-requisito tanto para estar lá quanto para todo o resto. E apesar de serem beneficiadas pela genética, as mulheres penam para levar o título para casa. Tratamentos estéticos, de pele, de cabelo, rotina de exercícios, dieta, curso de etiqueta e uma vida quase inteira dedicada aos concursos de beleza fazem parte da história das candidatas. E como se fosse possível aperfeiçoar ainda mais estas beldades, nos últimos anos, candidatas do mundo todo têm recorrido às cirurgias plásticas a fim de aumentarem suas chances na disputa. Afinal, uma lipoescultura é capaz de aperfeiçoar as curvas, o silicone aumenta seios e o bumbum, o nariz e a orelha também podem ser melhorados. Polêmicas à parte, em concurso de miss, plástica não dá doping. Mas até que ponto as candidatas que passam por intervenções se sentem confortáveis com as mudanças ou foram influenciadas a apelarem para o bisturi?

Só que as misses não estão sozinhas em encarar as angústias que permeiam a busca do corpo perfeito. Não é à toa que o número de procedimentos estéticos, entre cirúrgicos e não cirúrgicos, no Brasil, só cresce. Em 2009, foram aproximadamente 645 mil cirurgias plásticas, segundo pesquisa encomendada ao Ibope pelo 11º Simpósio Internacional de Cirurgia Plástica, realizado em março em São Paulo. Isso sem contar os outros procedimentos estéticos não cirúrgicos que juntamente com a qualidade dos profissionais coloca o Brasil como o melhor lugar do mundo para se fazer cirurgias plásticas, de acordo com um ranking recentemente publicado na revista norte-americana Newsweek.

Beleza construída ou melhorada?

E como uma miss, apesar de muito bela, sabe que tem uma gordurinha sobrando ali ou poderia ter um nariz levemente mais arrebitado para encantar os juízes? Para auxiliar as candidatas a trilhar o caminho das pedras até o sonhado reinado existem profissionais especializados no ramo. Evandro Hazzy é preparador de misses, ou como o termo do ramo determina, é um missólogo. Fundador da Escola de Misses Allure by Evandro Hazzy, segundo ele a primeira escola de misses do Brasil, organizador do Miss Minas Gerais e comentarista oficial da transmissão pela Rede Bandeirantes, o profissional diz que as candidatas já sabem o que esperar quando entram neste ramo. “Eu não acho que seja um sofrimento para as misses ter disciplina com os cuidados com a beleza. Para tudo na vida, a gente tem que passar por alguns obstáculos. Quem participa de um concurso deste tipo já sabe pelo que vai passar”, explica Hazzy.

Ao longo de sua carreira, o missólogo Evandro Hazzy já teve participação no sucesso de várias misses como Luize Altenhofen, Ana Hickman, Renata Fan, Joseane de Oliveira, Rafaela Zanela e Natália Anderle. Ele diz que para vencer é necessário que exista, principalmente, uma boa orientação. “Tem que ter preparação. Cuidados estéticos com a pele, com o cabelo, com o corpo são fundamentais. Mas o mais importante é um bom trabalho psicológico, capaz de preparar a candidata para a vitória e para a derrota”, explica Hazzy.

A gaúcha Rafaela Zanella, eleita Miss Brasil 2006, aderiu a um programa intenso de treinamento para vencer as outras concorrentes. “Já praticava muitos esportes, mas para concorrer ao Miss Rio Grande do Sul procurei uma nutricionista e passei a cuidar mais da alimentação, a preparação física foi aperfeiçoada com mais exercícios aeróbicos, também fazia massagens e drenagem linfática”, revela a beldade.

O cirurgião plástico Célio José de Oliveira, há dezesseis anos referência na realização de cirurgias estéticas em candidatas à miss e diversas personalidades, ganhou fama no mundo dos concursos quando realizou uma pequena lipoescultura na modelo Renata Bessa, que mais tarde seria eleita Miss Brasil, em 1995, por Minas Gerais.

Apesar da sua clientela, ele defende o bom-senso e a valorização da beleza original. “Sou adepto de realçar a beleza. Não acredito que se possa produzir uma beleza. Isso pode deixar a mulher estereotipada, com um aspecto artificial”, afirma Célio. O cirurgião ainda explica que a realização de cirurgias plásticas como parte do “treinamento” para levar a coroa é comum, mas por motivos éticos não divulga os nomes das candidatas e misses que já passaram por seus serviços médicos. “As cirurgias mais realizadas são geralmente lipoesculturas, próteses de seios e correções no nariz. Em alguns casos selecionados podem ser feitos preenchimentos para ressaltar as curvas”, conta o especialista.

Mesmo assim, Célio afirma que é criterioso ao indicar uma intervenção cirúrgica para uma paciente, seja ela candidata à miss ou não. Ele conta que uma candidata que participaria do Miss Brasil o procurou com o objetivo de fazer “alguns ajustes”. Célio revela que se negou a fazer a cirurgia: “Eu disse – Você é perfeita, não precisa de cirurgia. Ela aceitou meu conselho e acabou vencendo o concurso nacional”.

Visando o Miss Brasil, Rafaela Zanella resolveu investir ainda mais na aparência. “Procurei o cirurgião Almir Nácul, por indicação de uma colega. Perguntei o que ele achava que poderia modificar para melhorar e foi quando fiz uma bioplastia para levantar a pontinha do nariz. Já era algo que me incomodava, mas foi só neste momento que tive a oportunidade de fazer”, explica a modelo. “Algum tempo depois do Miss Universo fiz um implante de silicone nos seios”, revela a ex-Miss, hoje estudante de medicina.

Na bancada dos grandes concursos, os critérios de avaliação dos jurados podem ser bastante pessoais. Para o cirurgião plástico, que já foi jurado em dezenas de concurso no Brasil e no exterior, olhos bem treinados podem perceber a diferenças entre corpos naturais e modificados. O especialista revela que é possível perceber um procedimento mesmo quando a candidata nega que tenha feito. “Para a grande maioria dos jurados, esses procedimentos não prejudicam a performance da candidata. “Dá para ver, mas não interfere. O que influencia é a estética e o equilíbrio corporal da candidata”, explica.

A dor do arrependimento

Além disso, miss também se arrepende, como qualquer pessoa que passa por uma cirurgia plástica. Um exemplo famoso é o episódio envolvendo a Miss Rio Grande do Sul, Bruna Felisberto, que declarou sua insatisfação com a rinoplastia realizada pelo cirurgião Nelson Heller. A polêmica surgiu depois do sexto lugar da gaúcha no Miss Brasil 2009. A Miss então declarou que não ganhara devido ao caráter artificial e à cicatriz deixada por causa do procedimento.

Na época, o preparador de Bruna era justamente Evandro Hazzy, que também foi acusado de ter influenciado a modelo a fazer a cirurgia. Questionado sobre o assunto, ele alega que não indica cirurgias, apenas mostra os prós e contras: “Não sou contra cirurgias de maneira alguma. Sou contra excessos, e contra as pessoas que não têm cuidado no pós-operatório”, afirma Hazzy.

O cirurgião plástico Célio José de Oliveira conta que nunca teve problemas com suas pacientes, mas em contrapartida, já precisou retirar preenchimentos ou fazer o refinamento de lipoesculturas realizadas por outros profissionais para que as candidatas pudessem participar dos concursos.

Para evitar situações de frustração, o cirurgião Célio José de Oliveira revela que não faz cirurgias visando os concursos, mas que prefere analisar o que a paciente precisa. “Quando a paciente é uma empresária ou universitária, por exemplo, é uma questão diferente do que para alguém que vai seguir uma carreira de modelo ou atriz. Por isso, sempre pergunto o que ela pretende fazer da vida”, afirma Célio.

Antes de ir para a mesa de operação, qualquer mulher precisa ter algumas certezas. De que a cirurgia é necessária, de que vai resolver uma questão pessoal, melhorar a sua autoestima e se ela tem preparação psicológica para aceitar a mudança física e as dores do pós-operatório, que são muitas. “É importante que o paciente saiba que existe um tempo natural para a plena recuperação da cirurgia plástica e que o resultado final, bem como a necessidade de algum retoque, só poderão ser observados após este período”, diz Ruben Penteado, cirurgião plástico e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

Os recursos para exibir-se linda e mais jovem são inúmeros e tentadores. Eles vão desde os tratamentos estéticos aos alongamentos capilares, passando pelo botox e cirurgias de pequeno, médio e grande porte. No entanto, podem existir problemas graves quando alguém apela para o bisturi para se ajustar a um grupo social ou agradar olhares alheios. “É inegável que tudo isto traz satisfação, prazer, segurança. Porém, quando esse desejo se manifesta de uma forma exagerada e deturpada – como a vontade de se parecer com a artista X ou Y – é preciso se policiar” declara Ruben. Ele completa, “Só existe uma maneira de ser feliz com a própria imagem: não se comparar com ninguém, respeitar os próprios traços e limitações, ter bom senso e prezar a harmonia do conjunto”.

Outro ponto que o cirurgião plástico Célio de Oliveira faz questão de ressaltar é que existem muitos benefícios na cirurgia plástica, não apenas para as candidatas dos concursos de beleza, mas também para a população em geral. “Plástica não é sinônimo de lipoaspiração. Vítimas de queimaduras, de acidentes traumáticos ou mesmo quem teve um seio retirado em razão de um câncer viveriam melhor se pudessem fazer uma cirurgia. O objetivo final da plástica é melhorar a qualidade de vida das pessoas. O Brasil só não é o primeiro em cirurgias por problemas econômicos, ma seria muito bom que todos tivessem acesso aos seus benefícios”, diz Célio.

Plástica de abdômen não é sinônimo de emagrecimento

No âmbito das cirurgias de modelagem corporal, as intervenções abdominais cumprem um papel muito importante. Isso porque o abdômen ocupa grande parte do tronco do corpo humano, dividindo-o com o tórax. Assim, as plásticas de abdômen têm função primordial na “escultura” e no formato do corpo, tornando-o mais elegante.

Antes de qualquer coisa, devemos compreender que a plástica de abdômen não serve para emagrecer. Se o paciente apresentar sobrepeso, o acúmulo de gordura não se restringirá à parede abdominal, mas também ao conteúdo intra-abdominal.

Nesses casos, o resultado estético ficará prejudicado, porque não existe possibilidade de modelar o abdômen – o excesso de gordura intra-abdominal não permite deixar o abdômen “negativo” (mais reto ou côncavo). Portanto, pacientes nessa condição devem diminuir seu peso previamente para, depois, se submeter à cirurgia.

Regiões próximas do abdômen devem ser consideradas

O abdômen sofre com as mudanças corporais: ganhos e perdas de peso, gravidez, vícios de postura corporal, sedentarismo. Devemos imaginar que nós somos seres “circulares”. Portanto, quando pensamos em intervir em um abdômen, precisamos imaginar uma unidade estética única, que inclui, além da região abdominal, os flancos e o dorso.

Não adianta o cirurgião plástico “fazer” um abdômen maravilhoso e não se preocupar com os flancos laterais e o dorso. Para haver harmonia e elegância no conjunto, deve-se programar a intervenção do dorso e dos flancos, associada à intervenção do abdômen.

Quando não se leva em consideração o conjunto, o formato corporal tende a ficar prejudicado. Ao se realizar somente a intervenção no abdomên – sem preocupar-se com o dorso e os flancos – a lipodistrofia (acúmulo de gordura nessas regiões) fica mais evidente e não chegamos a um conjunto harmônico. O ideal é que, quando indicada a plástica de abdomên, realizemos o procedimento e as intervenções paralelas ao mesmo tempo. Assim, esteticamente, o resultado ficará mais eficaz.
Tipos de intervenção abdominal

Quando analisamos um abdômen, devemos diagnosticar os problemas envolvidos: a presença de flacidez de pele e/ou da parede muscular e a presença de gordura no abdome, nos flancos e no dorso. Na presença de flacidez de pele, faz-se necessária a ressecção do tecido, que dependerá da quantidade de pele a ser removida, o que resultará numa cicatriz de extensão proporcional. Há casos, porém, em que a flacidez de pele é menor. Com isso, a incisão e cicatriz também serão menores.

Nos casos de flacidez da parede muscular, devemos corrigi-la com o uso de pontos no tecido que reveste os músculos abdominais (aponeurose), na tentativa de enrijecer a parede. Já na presença de flacidez de pele e de parede muscular, devemos corrigi-las simultaneamente. E, nos casos de flacidez muscular sem flacidez de pele, podemos, por meio de uma incisão semelhante à cesárea, fazer a correção de toda a parede muscular – tanto do abdômen inferior como o superior.

Lipoabdominoplastia trouxe mais eficácia a procedimentos

Na presença de excesso de gordura, devemos planejar a correção do abdome, associada à retirada da gordura. Em casos dessa natureza, realizamos o que denominamos de lipoabdominoplastia, em que retiramos o excesso de gordura, assim como de flacidez de pele, e corrigimos a flacidez da parede muscular.

Por meio dessa intervenção, os resultados estéticos passam a ser muito superiores. Isso porque, com a lipoabdominoplastia, a abordagem do abdômen passou a ser mais eficaz, completa e com resultados definitivos, tornando-o “malhado”, esculpido.

A esse respeito, deve-se notar que as plásticas abdominais mais modernas priorizam um resultado com nuances, ou seja: o ideal é uma plástica que resulte não em abdômen esticado, porém mais definido. Dessa forma, acentuam-se os oblíquos, os músculos reto abdominais, e a cintura, apresentando um abdômen “negativo”, que, associado aos flancos e ao dorso definidos, configuram uma plástica mais elegante.

Quando se opta por fazer uma plástica no sexo masculino, a abordagem também deve ser feita de forma mais completa, retirando-se os excessos de pele e gordura e corrigindo-se a flacidez muscular. Porém, a fim de manter o abdome com características masculinas, não devemos salientar a cintura. O mais indicado é, quando possível, salientar as intercessões da aponeurose muscular, resultando em um abdomên malhado, com gomos.

Intervenção dispensa anestesia geral

A intervenção de abdômen, associada ou não ao dorso e aos flancos, pode ser realizada por meio de anestesia peridural ou raquianestesia, não sendo necessário o uso de anestesia geral. As plásticas de abdômen com abordagem mais moderna não necessitam de internações prolongadas e, em alguns casos, os pacientes podem ter alta no mesmo dia. Dependendo da técnica utilizada pelo cirurgião plástico, também não há necessidade do uso de drenos.

Normalmente, no pós-operatório, indica-se o uso de malhas compressivas, tanto para o conforto dos pacientes quanto para a aceleração do aparecimento dos resultados. No entanto, é preciso ressaltar que o resultado definitivo de uma plástica de abdômen, normalmente, se concretiza em um ano.

E vale a pena lembrar que, ao resolver realizar uma plástica abdominal, o paciente deve sempre procurar um profissional membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).

Pós-operatório de cirurgia plástica exige acompanhamento médico

A cirurgia plástica é uma técnica que deve ter um planejamento para que tudo ocorra bem. Um ótimo resultado depende não só de adequado ato cirúrgico, como também do pós-operatório adequado.

Tão importante quanto a cirurgia é programar as etapas no intraoperatório e, no pós operatório, manter os resultados obtidos. Isso significa, acima de tudo, não expor o paciente a riscos. Assim que uma cirurgia é finalizada, imediatamente, o organismo começa uma fase de reparação do trauma cirúrgico.

Essa fase pode ser intensa e, na verdade, vai depender da extensão da operação. Assim, quanto maior a cirurgia, maior a reparação. Para o organismo, a cirurgia nada mais é do que um trauma, que precisa ser reparado.

Aumento do metabolismo e suporte nutricional
Por esse motivo, no pós-operatório é comum o aumento do metabolismo. É importante que haja um suporte nutricional adequado e o médico deve aconselhar o consumo de substâncias que são ajudam à cicatrização, como vitamina C, ferro, acido fólico e alimentos com alto teor de proteínas. Da mesma forma, o paciente deve evitar o contato com elementos que prejudicam a cicatrização, como o cigarro.

É uma fase em que é mais fácil perder peso, devido ao aumento do metabolismo. Isso ajuda no processo de retração cutânea e, consequentemente, potencializa os resultados da cirurgia.

Se o paciente fizer uso de uma dieta adequada, com vitaminas e proteínas, poderá até mesmo perder peso. E, o que é melhor, sem comprometer o resultado da cirurgia nem se expor a riscos para a sua saúde.

Cicatrização exige monitoramento
Em relação à cicatrização, portanto, aconselha-se o uso de alimentos adequados, associado à imobilização das cicatrizes através de micropore e à verificação constante, por meio de monitoramento médico.

É importante observar alterações de pigmentação, elevações das cicatrizes e sintomas como pruridos, a fim de corrigir possíveis desvios.

Assim, pode-se intervir por meio de cremes e medicamentos. Se, por outro lado, não fazemos o monitoramento, podemos perder o momento adequado de tratar possíveis alterações de cicatrização. Em alguns casos, é necessário até realizar outra cirurgia, exatamente pela perda desse momento, que é quando as cicatrizes se tornam inestéticas.

Cintas modeladoras, pouca exposição ao sol e atividade física
Outro fator importante para um excelente pós-operatório é o uso de cintas modeladoras e sutiã apropriados. Tais itens fazem com que os edemas e hematomas desapareçam mais rapidamente e ajudem na retração cutânea.

O monitoramento médico regular proporciona a adequação das cintas, mantendo a efetividade da pressão das cintas e malhas. Esses acessórios devem ser usados, no mínimo, durante 45 dias e, dependendo da necessidade, o médico pode indicar o uso por até seis meses após a cirurgia.

Em resumo, todo pós-operatório deve ser monitorado, e cada caso precisa ser individualizado. A proteção solar é um cuidado importante, já que a exposição precoce pode levar ao aparecimento de manchas e ao escurecimento das cicatrizes. Uma monitoração adequada, feita pelo cirurgião e/ou por sua equipe, lembra o paciente da necessidade de proteção à radiação solar.

Ressalte-se que isso vai depender do tipo de cirurgia realizada. Porém, de uma forma geral, o ideal é ficar afastado do sol por, no mínimo, 60 dias. E, em alguns casos, chega-se a pedir que o paciente fique longe dos raios solares durante seis meses – isso, claro, depende da extensão da cirurgia e do local operado.

Em relação à atividade física, não podemos comprometer o resultado de uma cirurgia liberando precocemente o paciente para fazer exercícios físicos, carregar peso ou realizar movimentos amplos e tensos. Mesmo o ato de dirigir automóveis, feito precocemente, pode incorrer em riscos, como a abertura de pontos e o alargamento de cicatrizes.

O que, de uma maneira geral, vai prejudicar o resultado de uma cirurgia. Assim, quanto à atividade física, a liberação deve ser individualizada, e o médico deve privilegiar sempre o melhor resultado possível, levando-se em conta a extensão da cirurgia e o local operado.

Drenagem linfática
Outro fator importante a ser lembrado é a realização de drenagem linfática no pós-operatório, associada ao uso de técnicas como ultra-som, estimulação russa, endermologia e laser.

O momento adequado de iniciar a drenagem e o uso desses equipamentos deve ser avaliado pelo cirurgião responsável pela cirurgia, bem como a intensidade e a frequência dos tratamentos. Dessa forma, o médico não vai expor o paciente nem comprometer o resultado da operação.

Finalizando, o resultado de uma cirurgia pode levar até um ano para aparecer. Porém, o resultado não aparece por si: é fruto de uma operação feita com excelência, previamente planejada e, no pós-operatório, a monitoração é de suma importância para que se obtenha o melhor resultado possível. Sempre que pensar em realizar uma cirurgia, procure sempre um profissional ligado à Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).

Escrito por: Gerson Luiz Julio

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Aviso: as imagens presentes neste site são meramente ilustrativas e não correspondem à pacientes reais.
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