Conheça os perigos da cirurgia plástica

Sim, você pode morrer, mas é o mesmo risco que correria ao atravessar uma rua.” Foi essa a última frase que Cristiana Chaves ouviu na mesa de cirurgia, em 2001, antes de apagar por causa da anestesia geral. Naquela época, então com 16 anos, ela se submeteu a uma operação para diminuição dos seios e lipoaspiração no abdômen. Quando acordou, só conseguia pensar no risco de morte. Cristiana suava frio, tremia e tinha vontade de vomitar. São sensações comuns para quem passa por uma cirurgia, assim como o pós-operatório doloroso – mas ninguém se lembrou de avisá-la que seria assim. Durante um mês ela não conseguiu levantar os braços e precisou freqüentar um salão de beleza para lavar os cabelos. Sua barriga ficou cheia de hematomas gigantes. “Sofri tanto que não toparia outra. Me dei conta de como uma operação agride o corpo.”

Cirurgia plástica e os cuidados necessários

Aumentar o peito, diminuir a barriga, arrebitar o nariz. Na busca pelo corpo perfeito há sempre um detalhe para ser aprimorado. Por isso a cirurgia plástica tem se popularizado tanto. O Brasil é o segundo país entre os que mais fazem esses procedimentos. Segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, entre 2007 e 2008 foram feitas 630 mil cirurgias plásticas.

Para o cirurgião plástico Alexandre Barbosa, da Clínica de Cirurgia Plástica de São Paulo, as operações podem fazer muito bem aos pacientes. “Trabalhamos para melhorar a autoestima das pessoas. Pesquisas mostram que a aparência física está diretamente relacionada com o bem-estar emocional e social”, explica.

Todo cuidado é pouco

Porém, fazer a cirurgia plástica não é tão simples como fazer uma limpeza de pele. Inclusive, ela pode se tornar um problema se não forem tomados todos os cuidados necessários. Basta ver o caso da humorista Fabiana Karla, a Dra. Lorca do programa Zorra Toral. Dois meses depois de reduzir as mamas, em dezembro de 2009, a atriz teve uma infecção nos pontos. A seguir, veja o que é preciso fazer para alcançar o resultado desejado e deixar o seu corpo ainda mais bonito.

Para obter os melhores resultados

1. Escolha bem
Uma equipe médica e um hospital de qualidade previnem problemas;

2. Seja realista
Não adianta desejar o corpo da atriz Giovanna Antonelli se essa não é a sua estrutura física;

3. Prepare-se
Estar em boa forma física e psicológica ajuda na cirurgia e na recuperação;

4. Conheça os riscos
Todos os procedimentos cirúrgicos podem ter consequências ruins. Procure se informar sobre elas antes;

5. Evite os impulsos
Fazer uma cirurgia de supetão, só porque a sua colega de trabalho fez ou para reconquistar o companheiro, não é boa ideia. Os melhores profissionais, por sinal, nem realizam a cirurgia sem um acompanhamento psicológico da paciente. E isso é feito em uma entrevista prévia.

Cirurgia plástica não deve ser banalizada, diz Dr. Pitanguy

Aos 84 anos, Ivo Pitanguy ainda inspira gerações. Com mais de 50 anos de carreira, o cirurgião plástico, referência internacional em sua especialidade, lotou o auditório do Congresso Brasileiro de Psiquiatria para falar sobre os aspectos filosóficos e psicossociais em cirurgia plástica. Durante sua rápida participação, ele falou ao site de VEJA que sua saúde está ótima e que ainda pretende esperar alguns anos para se submeter a primeira cirurgia plástica.

Com mais de 60.000 cirurgias no currículo, Pitanguy criticou a banalização atual da prática e a atuação de profissionais despreparados. “Antes, eu tinha que explicar o que era a cirurgia plástica para as pessoas. Hoje, preciso explicar o que ela não é. Ela não é essa banalização, essa falta de conduta adequada, com pessoas menos preparadas ou não especialistas”.

Qual o perfil da mulher brasileira quando o assunto é cirurgia plástica?
O perfil da mulher brasileira é muito parecido com o das mulheres de outros países mais civilizados, que são expostas muito à mídia e à informação. Sabemos que o Brasil é um país muito grande, mas todo brasileiro tem uma preocupação com o corpo. Atualmente, antes de pensar em cirurgia, a mulher pensa em se cuidar, se alimentar adequadamente, em praticar esportes e ginástica. É uma mulher que está muito atuante dentro do seu mundo.

O senhor está nessa área há mais de cinco décadas. Podemos dizer que esse perfil mudou em relação ao passado? O que está diferente?
O que mudou foi a consciência sobre a importância do cuidado em relação à saúde, mais do que com a cirurgia. Hoje em dia, nosso sentido de beleza está muito mais ligado ao bem-estar. Só que antes, eu tinha que explicar o que era a cirurgia plástica para as pessoas. Hoje, preciso explicar o que ela não é. Ela não é essa banalização, essa falta de conduta adequada, com pessoas menos preparadas ou não especialistas. É importante que a cirurgia plástica seja vista como um ramo da cirurgia geral. A pessoa precisa se preparar, tem que ser bom médico, fazer especialização. Pelo fato da cirurgia plástica ter trazido muito bem-estar à população quando bem indicada, houve uma invasão de especialidades. E essa banalização começou a dificultar a boa indicação da cirurgia plástica. Por isso, é importante procurar um bom cirurgião, bem formado, que não entre nesse aspecto de que cirurgia plástica é pouco importante, quando na verdade é um ato muito importante.

Até que ponto os padrões de beleza da sociedade influenciam a mulher atual?
Alguns padrões de beleza são eternos. Mas sem dúvida nenhuma a mídia traz uma influencia maior. Se nós olharmos a evolução da humanidade, para o conceito de beleza de Rubens ou Renoir, vamos ver diferenças. É importante que cada um seja feliz com o seu biotipo. Não se pode ser influenciado demais pela mídia para ter que mudar o seu biotipo para uma realidade que não é a de todo mundo. Existem padrões que não correspondem à beleza, mas que são padrões comerciais que seriam a beleza, que vendem produtos, mas que não necessariamente são a verdade.

Qual o papel do médico nesse sentido?
O papel do médico é muito claro. Cabe a ele julgar se aquela pessoa tem noção do próprio corpo, se ela compreende o que ela quer fazer. Se o que a pessoa procura é irreal, é muito importante que ela seja elucidada. Tem pessoas que me procuram e que buscam o que não é real. Antes de tudo, é preciso conduzir essa pessoa a um reencontro com a sua própria personalidade, seu próprio eu, do que com o bisturi. O ser humano é a preocupação fundamental do médico.

Recentemente VEJA publicou uma matéria mostrando a situação de mulheres que se arrependeram de ter colocado silicone, por conta do tamanho da prótese. Falta orientação em alguns casos?
A compreensão nem sempre é exata, mas a orientação tem sempre que ser procurada. Evidente que, dentro desse aspecto de mama, podem ter pessoas que achem que aquele tamanho exagerado seja a solução. Só que depois, diante daquele volume , podem não ficar contentes. Acho que a experiência de um médico o conduz muito a conversar, sentir as pessoas, sentir o biotipo e aconselhá-las com o que seria melhor para ela. Ouvindo-a também, é claro, mas não deixar que ela se leve apenas pela moda.
O senhor costuma dizer em suas entrevistas que nunca fez plástica porque se ‘tolera’.
É verdade que eu já disse isso mais de uma vez. E continuo dizendo porque eu ainda me tolero. O dia que eu não me tolerar tanto, vou fazer uma cirurgia, mas pretendo esperar um pouquinho mais.
Mas falta tolerância do brasileiro com o próprio corpo?
Não acho que o brasileiro é tão diferente dos outros povos. As pessoas são muito parecidas. Acho que o brasileiro tem mais consciência e essa consciência pode trazer uma procura maior.
Como o senhor enxerga a cirurgia plástica nos adolescentes? O índice de jovens na mesa de cirurgia plástica está aumentando. O que os pais devem fazer?
Sempre que falo sobre adolescentes, procuro definir se ele está em uma determinada fase da vida, se ainda seus órgãos ainda estão em formação. São diferentes casos. Por exemplo, se ele tem uma orelha de abano, aos oito anos você já pode operar porque a orelha já cresceu e ele não vai precisar conviver com aquele estigma. Se ele ainda tiver em formação e não tiver uma grande deformação, talvez ele não seja maduro o suficiente para saber se a indicação vem dele mesmo ou do meio em que ele vive. Você não pode operar nada enquanto o órgão estiver desenvolvendo. Mama e nariz não se desenvolveram, então não há recomendação para cirurgia. Tem que esperar desenvolver.
Qual é a grande busca em cirurgia plástica?
A maior revolução da cirurgia plástica é procurar naturalidade. É conseguir fazer com que uma correção feita seja imperceptível. E o normal é o que não se nota.
Parecer velho é um problema para muita gente. Por que as pessoas têm tanto medo de envelhecer?
É sempre um grande ânimo ver a juventude. Quando você olha uma pessoa jovem e gosta de vê-la, é porque a juventude está muito mais no sentido da esperança como felicidade, da procura do que no encontro. Essa procura tem que ser permanente, eterna.
Fonte: Revista Veja

Como planejar uma cirurgia plástica

Planejar fazer uma cirurgia plástica começa em saber qual parte do corpo você quer mudar. Depois procurar saber informações importantes para o sucesso da cirurgia:

 

    •        – Tipo de anestesia
    •        – Tempo de cirurgia e se é preciso ter internação
    •        – Verifique se é preciso de um tratamento pré-operatório e como será o pós operatório da cirurgia.
    •        – Guarde dinheiro para tratamento estético como a drenagem linfática.
    •        – Saiba os riscos da sua cirurgia, se deixa cicatrizes grandes.
    •        – Escolha um cirurgião plástico especialista no que você quer modificar
    •        – Veja se existe tratamento alternativo não cirúrgico para tratar a área.
  •        – Veja quais os resultados podem ser alcançados com a cirurgia no seu corpo. Lembre-se seu corpo nunca          ficará igual ao da sua amiga

Procura por cirurgia plástica aumenta entre jovens com até 18 anos

A cirurgia plástica na adolescência está se tornando cada vez mais comum. Com as mudanças desta fase da vida, a busca pela perfeição estética faz da operação um recurso para resultados rápidos. O Tem Notícias 1ª edição desta quarta-feira (10) tratou o assunto ao vivo. Veja a reportagem completa e os questionamentos que foram respondidos pela cirurgiã plástica Evandra de Moura Rabello no vídeo ao lado.

Segundo uma pesquisa da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, 88% das cirurgias estéticas são em mulheres. Do número total de cirurgias, 6% são em pessoas de 13 até 18 anos e 38% de 19 a 35 anos.

As mais procuradas
As mais requisitadas são de aumento e redução de mama, lipoaspiração para eliminar gorduras, principalmente da barriga, rinoplastia e otoplastia. Além dos riscos eminentes de toda cirurgia quando realizada na adolescência, a plástica pode causar distúrbios psicológicos, já que nessa fase a personalidade e a auto-imagem ainda está em formação.

Para especialistas, é fundamental que a estrutura psicológica da adolescente esteja preparada para encarar e aceitar a mudança de imagem que a cirurgia irá proporcionar.

Conheça um pouco mais sobre próteses ajustáveis

Uma prótese de silicone que pode aumentar de tamanho durante ou depois da cirurgia foi o destaque do 47.º Congresso Brasileiro de Cirurgia Plástica, que reuniu mais de dois mil cirurgiões plásticos brasileiros e estrangeiros entre os dias 11 e 15 de novembro em Vitória, no estado do Espírito Santo.
Chamado de Spectra, o implante ajustável criado pelo cirurgião sul-africano Hilton Becker – que já tem uma prótese que leva o seu sobrenome – está em fase final de aprovação pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), mas já está aprovada e em uso em outros países, especialmente na Europa.

Inovação
A novidade é uma câmara interna, onde pode ser inserido soro fisiológico por meio de uma cânula. Se preenchida completamente, esta câmera pode aumentar em até 30% a projeção do seio, o que resolveria o problema daquelas mulheres que, depois que o inchaço do pós-operatório vai embora, acham que deveriam ter colocado uma prótese maior. Elas têm um período de alguns meses para voltar ao cirurgião e sair com um novo tamanho sem ter de trocar a prótese.
A possibilidade de “ga­­nhar” mais projeção do seio, em um procedimento mais simples do que fazer outra cirurgia, não é a única vantagem da Spectra. A novidade, segundo o criador, é ideal às cerca de 15% das mulheres brasileiras que, segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, têm assimetria nas mamas. Becker, no entanto, garante que quase 100% das mulheres têm algum grau de assimetria.
Quando essas pacientes com mamas de tamanhos ou formas diferentes são submetidas à cirurgia, é necessário que o cirurgião faça a prova de vários tamanhos de próteses diferentes, até que chegue em uma combinação que julgue proporcional. Mas, com próteses de tamanhos diferentes, mesmo que se consiga a mesma projeção, a base das mesmas será diferente. “Isso não acontece com a Spectra, já que o cirurgião pode ajustar as dimensões e o volume da prótese na hora da cirurgia”, afirma.
Mama
O número de cirurgias de aumento da mama pelo im­­plante de prótese tem crescido no Brasil. De acordo com pesquisa do Ibope, no ano passado este foi o procedimento cirúrgico mais solicitado pelas mulheres, com mais de 156 mil intervenções. O cirurgião plástico Sebastião Nelson Edy Guerra, presidente da So­­ciedade Brasileira de Cirurgia Plástica, comprova este crescimento, apesar de o número ser bastante próximo ao de outro procedimento que já foi campeão de intervenções. “As últimas estatísticas mostraram que, entre as mulheres, 21% das cirurgias plásticas são feitas para o implante de prótese de silicone, enquanto 20% se trata de lipoaspiração. E muitas vezes a mulher acaba sendo submetida aos dois procedimentos de uma só vez”, conta.
Congresso
O evento contou com a presença de grandes nomes da cirurgia plástica internacional e nacional, como Ivo Pitanguy, e com a participação de diversas sociedades internacionais da cirurgia plástica. Segundo Guerra, o congresso é um ponto de encontro dos cirurgiões plásticos, que usam a oportunidade para discutir o presente e o futuro da área. “Aqui é onde as técnicas de cirurgia se consolidam ou são derrubadas. São discutidas as experiências médicas e é feita uma revisão sobre as práticas da cirurgia plástica. Não há cirurgia sem riscos. Mas este é um congresso em que está sendo muito valorizada a segurança em cirurgias e estamos lutando para que os problemas decorrentes da cirurgia plástica sejam cada vez mais raros”, diz.
Sobre a escolha de um profissional, o presidente afirma que o primeiro passo é procurar indicações de pessoas que já foram submetidas ao procedimento esperado. “É importante conversar com outros pacientes e entrar em contato com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, pois se um médico é um dos 4,8 mil membros, ele é habilitado e fiscalizado constantemente”, diz.

Fonte: Gazeta do Povo

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