Cicatrizes em cirurgias plásticas

Freqüentemente se ouve falar que Cirurgias Plásticas não deixam cicatrizes. Mas isso não é verdade, infelizmente. Na cirurgia plástica, como em qualquer outro tipo de operação, é obrigatória a lesão de algum tipo de tecido, pele, músculo e até osso. Entretanto, existem técnicas cirúrgicas das quais o médico pode utilizar para deixar a cicatriz menos perceptível possível.

Itens controláveis pelo cirurgião plástico e outros relacionados ao organismo e cuidados do paciente agem sobre a qualidade final da cicatriz. O médico preocupa-se com a higiene, a fim de evitar infecções, com técnicas de sutura avançadas, materiais de alta tecnologia, etc. Porém, o aparecimento de quelóides é relacionado ao organismo do paciente e incontrolável pelo médico.

O quelóide é uma cicatriz grossa, que cresce de acordo com a evolução do corte, geralmente em alto relevo e endurecida. Apesar de ser dificilmente diagnosticada precocemente, já existem maneiras de preveni-las e tratá-las.

Toda cicatriz deve ser bem cuidada e higienizada. O processo de evolução de qualquer cicatriz se dá em três fases: o período imediato, no qual ela se apresenta pouco visível, excetuando os casos em que há reação aos pontos pela pele; o período mediato, até o sexto mês após a cirurgia, quando ocorrerá a mudança de cor de vermelha para marrom e um espessamento gradativo; e o período tardio, do sexto ao décimo segundo mês, que é aquele em que a cicatriz começa a se tornar mais clara e fina, atingindo aos poucos o aspecto definitivo.

Dr. Wagner Montenegro é especialista em Cirurgia Geral e Cirurgia Plástica pelo Conselho Federal de Medicina.

Fonte: Portal R7

Desafios éticos para a cirurgiões plásticos

Um novo jogo on line que encoraja meninas a colocar suas bonecas virtuais de dieta e a levá-las a uma clínica para fazer cirurgias plásticas está provocando muita polêmica na Grã-Bretanha. Mais de 200 mil pessoas já se registraram no website Miss Bimbo (http://www.missbimbo.com), desde seu lançamento, em fevereiro deste ano, a maioria delas entre 9 e 16 anos de idade.

Na página da web, as meninas são incentivadas a criar as bonecas “mais legais, ricas e famosas do mundo”. Para alcançar este objetivo, elas usam “bimbo dólares”, moeda virtual utilizada no site, para comprar roupas, fazer cirurgias plásticas ? especificamente, colocar silicone nos seios ? e comprar anorexígenos. Tudo, segundo o próprio site, para que as bonecas participantes possam “alcançar a fama e conquistar maridos bilionários”.

Pais e profissionais de saúde já apontam o website como uma ameaça e não uma brincadeira, pois o jogo passa uma mensagem completamente equivocada sobre beleza e sucesso para crianças e jovens. Como a discussão apenas começou, devemos acompanhar com atenção como as autoridades e a população da Grã-Bretanha vão proceder em relação ao acesso de crianças e jovens a este site.
Enquanto isto no Brasil…

Não temos nenhuma versão nacional de Mis Bimbo, mas também devemos nos preocupar com a visão que crianças e adolescentes têm a respeito de beleza e estética. Exageros e excessos rondam este segmento populacional também.

Hoje, podemos afirmar que a cirurgia plástica é um dos meios que a sociedade moderna encontrou para elevar a auto-estima e o bem-estar do indivíduo, fazendo com que ele conviva melhor com sua própria imagem. Quando esta especialidade médica iniciou seus trabalhos, os cirurgiões não falavam em estética, bem-estar, beleza, pois a importância da auto-estima não era tão difundida socialmente. O discurso era o reparar as deformidades.

muito semelhante quando o assunto é a própria imagem. Depois de garantir a satisfação das necessidades básicas, o ser humano busca estar bem com sua aparência. Com a estabilidade econômica que experimentamos há quase uma década no Brasil, a cirurgia plástica vem crescendo, ampliando seu mercado

A mudança exterior não é apenas voluntarismo. Quem nasceu com um nariz muito grande ou com a orelha acentuadamente para frente não considera a cirurgia plástica apenas uma vontade, e sim, uma necessidade. A cirurgia plástica é importantíssima também para as pessoas que passaram por algum tipo de trauma físico.

O trabalho do cirurgião plástico é o de mostrar que ?o normal? e ?o mais bonito? são as mudanças sutis, quase imperceptíveis, pois, em meio a este processo de valorização social da auto-estima, este profissional tem que estar atento aos excessos e às más indicações dos procedimentos cirúrgicos, que sempre devem ser evitados para o bem do paciente.

Por isto, além de uma boa formação técnica, o cirurgião plástico tem de ter uma consistente formação ética. Se o paciente disser que tem o nariz grande, cabe a ele julgar o próprio nariz. Ao médico cabe a avaliação profissional e a conduta ética de indicar ou não uma intervenção cirúrgica a este paciente. O papel do cirurgião plástico é estabelecer se os anseios do paciente são reais, que tipo de tratamento é mais indicado para cada caso e mostrar que a cirurgia plástica é um tratamento médico, com limitações e riscos, o que certamente Miss Bimbo não fará pelas crianças e adolescentes.

Escrito por:
Ruben Penteado
Cirurgia plástica

Esfoliação reduz a celulite e ajuda no bronzeado

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A esfoliação corporal é a queridinha de todas as estações. No verão, além de renovar as células da pele, ela deixa o bronzeado mais uniforme e minimiza o efeito “casca de laranja”. Já no inverno, a prática ajuda a afinar a pele para uma melhor absorção de cremes e óleos hidratantes, evitando o ressecamento. Com a constante renovação celular proporcionada pela esfoliação, a tendência é ter a pele sempre linda e jovem.

Benefícios da esfoliação corporal

• Retira as células mortas promovendo a renovação celular.
• Afina a pele para uma melhor penetração dos princípios ativos dos cosméticos.
• Deve ser realizada três dias antes de se bronzear, para garantir um bronzeado mais homogênico e duradouro.
• Melhora a circulação sanguínea.
• Minimiza a celulite.
• Deixa a pele suave e acetinada.
• Estimula a produção de colágeno.

Mas apesar de tantos benefícios, ela não deve ser realizada todos os dias. “O ideal é esfoliar de 15 em 15 dias para não estimular demais a pele”, recomenda a dermatologista Blanch Marie, pois pode provocar um aumento da oleosidade natural do local.

Além disso, é importante comprar o creme esfoliante certo para você: existem alguns produtos com esferas mais abrasivas, indicado para peles espessas e oleosas e os menos abrasivos, para peles mais sensíveis. “Opte por um esfoliante mais abrasivo para o corpo e um menos para o rosto”, orienta a dermatologista.

Para saber o nível de abrasão do produto é só colocar um pouco na palma da mão e fazer movimentos circulares, se a pele ficar vermelha rapidamente e você sentir os grânulos mais grossos, então esse é mais abrasivo”, explica.

 

Esfoliação ideal para a sua pele

Pele oleosa: alguns princípios ativos prometem ajudar as peles oleosas, “como o abacaxi, que deixa a pele mais clara e diminui a oleosidade”, comenta a dermatologista. A esfoliação pode ser feita uma vez por semana.

Pele seca: geralmente quem tem a pele seca acha que não precisa fazer a esfoliação. Os benefícios, neste caso, vão muito além da renovação celular: ela deixa a pele preparada para receber o hidratante e ajuda numa melhor absorção do produto. Se a sua pele for espessa, opte por esferas mais abrasivas.

Pele sensível: as donas de pele seca ou oleosa e sensível devem passar o creme delicadamente no rosto, para não agredi-lo. Se você tem rosáceas, isto é, a pele rosada e normalmente com as bochechas avermelhadas, Blanch Marie aconselha a evitar a esfoliação, se possível. Antes de comprar o produto, observe se ele possui esferas menos abrasivas.

Como fazer uma esfoliação em casa

O momento ideal para realizar a esfoliação é durante o banho, pois, com a pele molhada, o creme desliza melhor pelo corpo. Faça sempre movimentos circulares, leves (isto é, sem pressionar a pele) e lentos para não machucar. Lembre-se de dar atenção especial para as áreas mais espessas como: joelhos, cotovelos e sola dos pés. Blanch Marie indica três receitinhas para fazer em casa:

1ª receita
Misture açúcar com óleo de amêndoas. Faça movimentos lentos e suaves. Também pode ser realizado no rosto, mas somente de 15 em 15 dias, pois o excesso de estímulo pode tornar a pele mais oleosa.

2ª receita
Misture açúcar cristal com mel. O mel é excelente hidratante e a pele ficará uma seda. Esse esfoliante é mais abrasivo, por isso não é recomendado para peles sensíveis.

3ª receita
Misture aveia em flocos com mel. Siga o mesmo procedimento, com movimentos circulares. Esse esfoliante é menos abrasivo e pode ser usado em todos os tipos de peles.

 

Consultoria: Blanch Marie, dermatologista.

Será que seu filho adolescente realmente precisa fazer uma cirurgia plástica?

Um estudo chamado Celebrity Worship and Incidence of Elective Cosmetic Surgery: Evidence of a Link Among Young Adults, publicado na edição de novembro do Journal of Adolescent Health descobriu que adolescentes que adoram celebridades são mais propensos a fazer uma cirurgia plástica.

O objetivo do estudo foi descobrir se a adoração às celebridades influenciou na realização de cirurgias plásticas eletivas no período de oito meses após a pesquisa. E após o controle de vários preditores conhecidos para a realização de uma cirurgia plástica eletiva, a adoração às celebridades foi decisiva na incidência da realização do procedimento por adolescentes.

O estudo reforça algo que presenciamos nos consultórios e clínicas de cirurgia plástica todos os dias: os pacientes continuam a olhar para Hollywood para determinar seu padrão de beleza.

Os resultados sugerem que o tipo de relação que os adolescentes têm com as celebridades, particularmente com aquelas cuja forma do corpo é admirada, devem ser consideradas por todos os que estão envolvidos no processo de educação dos jovens – pais, professores, médicos – principalmente, quando o tema da conversa for a decisão por fazer ou não uma cirurgia plástica.
Se a ‘mensagem transmitida pelas celebridades’ é capaz de influenciar o comportamento de muitos adultos, imagine só os adolescentes, acostumados a ver personalidades cada vez mais magras, com roupas justas e, principalmente, dentro de padrões de beleza que nem sempre se encaixam ao seu próprio biótipo.
Em alta

De acordo com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), os adolescentes já respondem por 8% (37.740) dos procedimentos cirúrgicos estéticos no Brasil. O dado é referente ao período entre setembro de 2007 e agosto de 2008 e deriva de uma pesquisa feita com mais de 3,5 mil cirurgiões associados.

Os procedimentos mais procurados pelas meninas são: a otoplastia (cirurgia de orelha), a rinoplastia (cirurgia de nariz), a prótese mamária e a redução dos seios. Já os meninos, buscam a otoplastia e a ginecomastia (redução de mama masculina).
É preciso ter muita cautela em consentir com qualquer tipo de cirurgia plástica em adolescentes, pois, nessa fase da vida, o ser humano passa por várias mudanças físicas, psicológicas e comportamentais que, muitas vezes, não justificam a opção pelo procedimento. É importante destacar que a cirurgia plástica deve ser feita somente quando há um forte abalo da autoestima e do estado emocional do jovem.

No caso de mamas gigantes, por exemplo, quando se nota perfeitamente que elas estão desproporcionais ao corpo, a cirurgia plástica pode ser feita precocemente, entre os 14 ou 15 anos, uma vez que o peso das mamas compromete o bom desenvolvimento postural das meninas e limita suas atividades físicas.

Já em relação às queixas de mamas pequenas, só indicamos a cirurgia plástica antes dos 18 anos para implante de próteses mamárias, nos casos em que ocorra uma assimetria mamária muito grande. Mesmo assim, ainda existe a possibilidade de nova intervenção ao final do período de crescimento para ajustar o resultado.

Escrito por:
Ruben Penteado no portal R7

Oito dúvidas sobre plástica que você deve tirar antes da cirurgia

Para algumas pessoas, vários mitos são tratados como verdades, e algumas verdades simplesmente não são conhecidas, esclareça agora 8 dúvidas sobre cirurgias plasticas.

 

1) O inverno é a melhor época para a realização de uma cirurgia plástica: MENTIRA

A cirurgia plástica pode ser realizada em qualquer época do ano. A recuperação e a cicatrização não são prejudicadas se a cirurgia for realizada no verão ou em outra estação. O que pode ser desconfortável é o uso da cinta modeladora nos casos de lipoaspirações, em um período de calor.

2) A celulite some com a lipoaspiração: MENTIRA

Pode inclusive haver uma piora, principalmente se existir flacidez de pele associada à celulite. Por isso, antes de fazer uma lipoaspiração, tire todas as dúvidas com o seu cirurgião, e tenha certeza que ele faz parte da Associação Brasileira de Cirurgia Plástica.

3) O fumo aumenta o risco de necroses: VERDADE

Na cirurgia alguns vasos sempre são lesados e os restantes devem estar em perfeita ordem para manter a vascularização da pele. Como a nicotina diminui o calibre dos vasos sanguíneos, os fumantes têm um risco muito maior de problemas de cicatrização e morte de tecido (necrose). “Se a célula não recebe sangue… morre”

4) A prótese de mama deve ser trocada a cada 10 anos: MENTIRA

As próteses utilizadas atualmente são mais resistentes. Exames de imagem realizados para o acompanhamento da glândula mamária e controle de câncer de mama, podem ser usados para a avaliação da integridade e contorno dos implantes. Os melhores são: a Ressonância Magnética e o Ultrassom. Enquanto o implante estiver sem alterações não há necessidade de troca.

5) Depois da lipoaspiração o volume na região aspirada não volta mais: VERDADE

Uma vez retiradas, as células adiposas (de gordura) não se formam novamente, mas outras células sempre estão presentes na região. Estas células podem aumentar de tamanho se houver um ganho excessivo de peso. Por isso aconselhamos que a lipoaspiração seja para tratamento apenas de gorduras localizadas, que uma vez tratado este depósito o resultado é definitivo, ou seja, um culote aspirado não volta mais. Mesmo com um aumento de peso o contorno corporal não volta ao que era antes da lipoaspiração.

6) Com a musculação consigo melhorar a flacidez da pele: MENTIRA

A musculação corrige a flacidez muscular e não tem ação sobre a pele. A flacidez muitas vezes está relacionada à idade, hereditariedade, tipo físico, tabagismo (fumo) e presença de estrias. É claro que toda flacidez deve ser combatida desde os planos mais profundos (muscular) até os mais superficiais (pele) com exercícios físicos, uma alimentação saudável, hidratação, utilização produtos e tratamentos estéticos.

7) Mesmo fazendo muita ginástica não é possível perder os pneuzinhos: VERDADE

Os depósitos de gordura localizada não respondem muito bem aos exercícios físicos. É claro que diminuem bastante, mas aqueles indesejáveis culotes e os famosos pneus das calças de cintura baixa só desaparecem depois de uma lipoaspiração. O ideal é queimar toda a gordura em excesso com atividades físicas e uma alimentação regrada e saudável, para depois recorrer à lipoaspiração.

8) A hidrolipo por ser feita com anestesia local é menos arriscada: MENTIRA

Até mesmo procedimentos com anestesia local podem ser arriscados se não forem respeitados os limites de anestésico injetado

É muito importante a postura do paciente antes e depois da cirurgia plástica para obter bons resultados. Muitas vezes, mesmo depois das cirurgias, alguns pacientes podem ainda ficar insatisfeitos com o resultado. Uma cintura torta, um abdômen protuso mesmo depois de uma lipoaspiração parecem inaceitáveis, mas podem acontecer mesmo nas mãos de bons cirurgiões se o caso for postural.

São casos de cifose, lordose ou escoliose, onde ocorrem desvios na coluna, gerando alterações estruturais e musculares com repercussão estética.

Mesmo retirando toda a gordura de um abdômen, se houver lordose, toda a musculatura abdominal é jogada para frente causando um abaulamento que só poderá ser corrigido com fisioterapia postural. Por isso também é importante que o paciente passe por algumas sessões de RPG antes de fazer algumas cirurgias.

Você sabia que cirurgias plásticas podem ajudar a aumentar a autoestima?

Cirurgia plástica é um tema controverso. No Brasil, um dos paraísos mundiais para quem quer fazer correções estéticas – o país só perde para os Estados Unidos – , elas são corriqueiras. Mulheres não hesitam em aumentar ou diminuir o tamanho dos seios, bumbum, eliminar gordurinhas, arrebitar o nariz e remodelar o corpo. “A vaidade extrema é uma armadilha perigosa. Ficar atento ao limite do que vai fazer você ficar melhor consigo mesmo é extremamente necessário. Se isso não for respeitado, a saúde é quem vai sofrer danos”, pondera o cirurgião plástico Wagner Montenegro.

De acordo com o profissional, há casos em que os processos cirúrgicos são desnecessários e sinalizam graves problemas de autoimagem, como em situações em que pessoa não aceita o seu corpo.

No entanto, ele explica que a linha entre o excesso de preocupação com o corpo e as correções que farão bem à autoestima de uma pessoa é tênue. “Crianças com orelhas grandes sofrem durante o período escolar. Os colegas são cruéis com brincadeiras. O impacto pode ser devastador na autoestima delas. A probabilidade é que quando grandes eles se tornem pessoas inseguras e com complexo de inferioridade”, exemplifica. Em casos como este, diz o cirurgião, uma cirurgia chamada otoplastia, que reposiciona as orelhas, gera benefícios emocionais evidentes, o que certamente aumentará autoestima.

Montenegro ainda cita exemplos como correção no tamanho do nariz e a retirada de mamas em meninos (ginecomastia) em que um processo cirúrgico pode evitar uma série de problemas emocionais. “Em vários casos uma cirurgia plástica é necessária. E não só para aumentar a autoestima do paciente, mas para ele ter a liberdade e o prazer de gozar de uma vida sem tantos medos e inseguranças”, ressalta o profissional.

Armadilhas da vaidade
O apelo à estética pressiona mulheres de diferentes biotipos a seguirem um padrão de beleza que nem sempre pode ser levados à risca. O narcisismo e o culto ao corpo virou uma obsessão mundial. De acordo com Montenegro, os excessos cometidos em nome da boa aparência são exagerados e podem, ao invés de aumentar a autoestima, tornar uma pessoa permanentemente insatisfeita. “Corrigir imperfeições para ficar bem consigo mesmo não é algo condenável. Pelo contrário. Isso deve ser perseguido. Porém, o controle, o bom senso e a responsabilidade estão sendo preteridos neste processo”, enfatiza o cirurgião.

De acordo com Montenegro, o excesso de recursos estéticos leva as mulheres a exagerar. “Elas acreditam que tudo pode ser resolvido em uma mesa de cirurgia, quando, na verdade, faz parte do amadurecimento aprender a lidar com sinais da idade”, diz.

Os problemas que podem surgir devido à obsessão e a compulsão por intervenções estéticas é grande. Segundo o profissional, os riscos de uma pessoa que recorre inúmeras vezes ao preenchimento facial, à toxina botulínica (Botox), à rinoplastia, ao lifting, entre outros, é deformar o próprio rosto, tornando as expressões faciais artificiais e extremamente estranhas, como a de bonecos, ou seja, sem vida e sem beleza.

Dr. Luciano Loss - Cirurgia Plástica de Nariz - Cirurgia Plástica de Face - Cirurgia Plástica de Corpo - Cirurgia Plástica de Mamas - Consultório

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Aviso: as imagens presentes neste site são meramente ilustrativas e não correspondem à pacientes reais.

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