Conheça as 20 dicas que deixam o período de recuperação de uma cirurgia mais agradável

1. Informe-se com o médico sobre as restrições e limitações que envolvem cada etapa da operação a ser realizada. Assim, você assimilará melhor o período pós-operatório e não ficará ansioso.

2. O calor pode aumentar o inchaço e afetar o pós-operatório. É fácil resolver: providencie um aparelho de ar-condicionado ou mesmo um ventilador, fique longe de sauna seca e a vapor e deixe o ambiente de repouso ventilado, para seu maior conforto.

3. Diminua a ingestão de sal, que favorece a retenção de líquidos, e perceberá como os inchaços desaparecem mais depressa.

4. Quando indicado pelo médico, o uso de vitaminas e suplementos alimentares favorece a multiplicação das células e ajuda o organismo a se recuperar mais depressa.

5. Nas primeiras duas semanas após uma operação para colocação de próteses no bumbum, mantenha o uso da cinta cobrindo toda a região

glútea. A cinta comprime a área operada e impede o inchaço, além de evitar o surgimento de hematomas e favorecer o processo de cicatrização.

6. Nos primeiros dias após um lifting facial, não mexa exageradamente a musculatura da face. Da mesma forma, não é recomendável comer alimentos sólidos que exijam muita mastigação, porque este é um exercício que força toda a área operada.

7. Para diminuir o inchaço do rosto, dez dias após a cirurgia é recomendável realizar sessões de drenagem linfática, na própria clínica onde foi feita a operação. Essa medida ajuda a pele a retornar mais rapidamente ao seu estado natural.

8. Para quem reduziu o tamanho das mamas faça cinco minutos de massagem por dia em cada seio com o auxílio de cremes compostos à base de rosa mosqueta, por exemplo. Além disso, uma lâmina de silicone usada entre o seio e o sutiã evita que a cicatriz fique alta e também auxilia a desaparecer mais rapidamente.

9. Para quem colocou silicone nos seios, use um sutiã liso durante os primeiros cinco dias, pois ajuda a deixar os seios menos sensíveis, inclusive durante o sono.

10. Após uma lipoaspiração, evite permanecer sentado o tempo inteiro e não use calcinhas com as laterais muito finas. Essas duas atitudes evitam a formação de dobras como sulcos na região operada.

11. Para prolongar os resultados da plástica, é importante conservar a pele do rosto bem tratada, com hidratantes que mantém seu viço e elasticidade. Vale lembrar que é proibido freqüentar a praia ou piscina por pelo menos duas semanas. Nesta fase, a exposição direta ao sol pode trazer conseqüências irreversíveis na região operada.

12. Dormir com travesseiro alto durante as primeiras semanas após uma rinoplastia (operação de nariz) alivia o desconforto e ajuda a reduzir o inchaço do nariz.

13. Após uma otoplastia (para eliminar orelhas de abano) adote uma faixa de contenção durante um mês. E, por favor, fuja dos óculos com hastes apertadas.

14. A faixa de contenção também é uma alternativa para quem retirou a papada: a pele volta mais depressa ao lugar.

15. Analgésicos e antiinflamatórios podem ser receitados pelo médico em certos casos para minimizar algum tipo de desconforto. Obedeça a dosagem prescrita pelo profissional e os horários de ingestão recomendados, para que o tratamento possa ser abreviado e não seja necessária uma prorrogação.

16. Comunique imediatamente ao cirurgião qualquer tipo de sintoma que possa parecer estranho ou que não tenha sido descrito pelo especialista durante as consultas preliminares. Não esconda dele dados importantes como a ingestão de algum medicamento alternativo, de bebidas alcoólicas ou mesmo de outras substâncias.

17. Compareça a todas as consultas de acompanhamento determinadas pelo cirurgião e, também, às sessões de drenagem linfática com massagista especializada. Seguir o tratamento à risca é meio caminho para a recuperação.

18. Compressas simples de gaze, com cubinhos de gelo feitos com soro fisiológico, durante as primeiras 48 horas após a realização de uma blefaroplastia (cirurgia de pálpebras) são especialmente benéficas para diminuir o edema provocado pela operação. Máscaras prontas, daquelas que devem ficar guardadas na geladeira, fazem o mesmo efeito, além de gerar uma ótima sensação de alívio e bem-estar.

19. Em abdominoplastia é proibido esticar o abdômen. Ao deitar, prefira fazê-lo de barriga para cima e sempre flexionando o joelho. Dormir de lado e de bruços, nem pensar. Mas o banho fica liberado 48 horas após a operação. Esses cuidados ajudam o paciente a conquistar um novo contorno corporal, sem nenhuma protuberância desagradável.

20. Disciplina é tudo. Organize-se antes da operação para não ficar estressada ou preocupada com detalhes domésticos ou assuntos de trabalho num período em que você e seu corpo devem ser a prioridade. Lembre-se: depois da alta, você tem a vida toda pela frente para aproveitar o seu novo visual.

Loriti Breuel é Cirurgiã Plástica, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, especializada em Cosmetologia, Cosmiatria, Laser e Medicina Estética nos Estados Unidos, França e Espanha.

Abdominoplastia: indicação precisa para o que restou do excesso de peso

Depois do parto ou de um emagrecimento onde muitos quilos foram eliminados, as marcas podem afetar a auto-estima feminina. Queixas como seios flácidos, estrias, flacidez no abdômen e quadris são recorrentes. Até o 9º mês de gestação, a pele do abdômen e das mamas sofre uma distensão que corresponde a um aumento de peso entre 30 e 40 kg. É como se a mulher engordasse e perdesse tudo de uma vez, no momento do parto… Difícil também é a situação de mulheres que após a cirurgia bariátrica perdem 30, 40 ou até mesmo 70 quilos. O resgate da auto-estima e da boa forma corporal pode ser obtido por meio da abdominoplastia, cirurgia que reaproxima os músculos abdominais e retira os excessos de pele e de gordura que se concentram principalmente na área inferior da barriga.

A cirurgia que geralmente dura de duas a três horas pode devolver, principalmente às mulheres que já tiveram filhos e engordaram mais do que o desejado, a cinturinha perdida, mas não é recomendada para as que ainda pretendem ter filhos, nem para adolescentes. O procedimento é indicado, sobretudo, para as pessoas que ficaram com uma exagerada flacidez de pele, após o emagrecimento.

Se informe sobre a cicatriz que ficará

Segundo o cirurgião plástico, é essencial saber exatamente como o procedimento é realizado, quais as limitações do tratamento e ter consciência de que, apesar da melhora estética do abdômen, a paciente ganhará uma cicatriz, um corte que pode ser bem maior do que o de uma cesárea. A marca deixada pela cirurgia depende da quantidade de pele a ser retirada. Normalmente realiza-se uma incisão horizontal logo acima dos pêlos pubianos, podendo se estender até o osso da cintura pélvica – parte inferior da cintura que se une às pernas. Mas ela pode ficar quase imperceptível se forem observados todos os cuidados orientados pelos médicos para o pós-operatório.

O cirurgião destaca também a importância do acompanhamento nutricional do paciente que vai se submeter à abdominoplastia. Antes e depois da cirurgia, recomendamos que o paciente passe por uma consulta com um médico nutrólogo, para que possa seguir uma dieta equilibrada e com muitas fibras no período que precede a cirurgia. Este cuidado evita o aparecimento de cólicas e da constipação intestinal no pós-operatório. As recomendações nutricionais visam também prevenir a falta de ferro na dieta, o que pode levar à anemia e a dificuldades de cicatrização. O ideal é incorporar um cardápio rico nesse nutriente pelo menos dois meses antes da cirurgia.

O pós-operatório
O pós-operatório exige muita calma e colaboração do paciente. O período de recuperação é de aproximadamente um mês, mas nenhum resultado de cirurgia do abdômen deve ser considerado definitivo antes do período de 6-12 meses. Nos primeiros dias após a cirurgia é importante limpar o local corretamente e andar com o tronco levemente inclinado para frente. Além de dar passos curtos, evitar subir escadas e usar uma cinta abdominal por no mínimo 60 dias

Dr. Ruben Penteado é cirurgião plástico, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e diretor do Centro de Medicina Integrada.

Próteses de silicone cada vez maiores trazem riscos a saúde

Seios grandes e firmes: o implante de silicone é tentador pra boa parte das mulheres. No entanto, muitos são os cuidados que essa cirurgia demanda. De acordo com a Associação Brasileira de Cirurgia Plástica, 21% das cerca de 460 mil cirurgias estéticas realizadas no ano passado foram de aumento de mama. Recentemente, a brasileira com os maiores seios do país, Sheyla Almeida Hershey (3,5 litros em cada um), sofreu complicações com uma infecção causada na mais recente das 30 cirurgias que ela já fez ao longo da vida para aumentar as próteses.

As medidas avantajadas de Sheyla impressionam, mas a preferência por implantes mais volumosos é uma tendência entre a ala feminina. Uma pesquisa do Ibope realizada com médicos da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica confirma o que podemos observar por aí: o tamanho da prótese escolhida pelas mulheres está cada vez maior. Segundo o levantamento, a prótese de silicone mais usada atualmente é a de 300 ml, no começo da década, a mais popular era a de 250 ml e nos anos 90, era a de 190 ml.

Tamanho é documento?

No entanto, errar no tamanho da prótese é uma questão séria de saúde – não só estética. “Tão importante quanto resolver essa desarmonia estética é adequar o tamanho do implante ao tipo corporal de cada mulher. Uma prótese grande fica bem para uma mulher alta ou que tenha quadris largos, já nas baixinhas pode passar a impressão que a mulher está acima do peso”, afirma Rubens Penteado, diretor do Centro de Medicina Integrada (SP).

“É muito comum chegarem para a consulta desejando um volume semelhante ao da amiga, que ficou bom, mas nem sempre cairá bem em outro corpo”, diz a cirurgiã plástica Luciana Pepino. Antes de escolher a prótese e decidir aumentar muitos números do sutiã de uma vez só, há duas questões principais a serem observadas: as novas formas devem permitir que você se sinta confortável em todas as ocasiões, seja numa festa, na praia ou no trabalho.

O segundo envolve se imaginar com a prótese em um futuro mais distante. “As pacientes mais jovens, principalmente, são as que optam por implantes maiores para conquistarem um decote mais generoso. O que muitas esquecem é que a moda é passageira, mas o envelhecimento não é”, alerta. “Devemos pensar, por exemplo, se com 50 anos, ainda vamos gostar desse visual”, diz.

Riscos

“Assim como toda cirurgia, o implante de silicone tem possíveis riscos e complicações, que mesmo sendo raras, devem ser explicadas ao paciente”, diz o cirurgião plástico Ubirajara Freitas Guazzelli. Riscos de hematoma (sangramento), infecção, contratura de cápsula, deslocamento da prótese, cicatrizes hipertróficas ou queloides, perda da sensibilidade, choque anafilático e morte são raros, mas existem. Além disso, há o problema do surgimento de estrias.

Quanto maior o volume da prótese, maior a probabilidade de surgirem as linhas, já que as fibras da pele vão sofrer um esgarçamento. O peso do seio também vai aumentar, portanto, pode ocorrer a sobrecarga do esqueleto, que vai provocar uma projeção do tronco para frente, ocasionando problemas posturais, dores nas costas e até um desvio de coluna.

O silicone não é indicado para pacientes que apresentam alguma doença imunológica, mais pelas consequências cirúrgicas que pode trazer do que pelo material em si. Também não há nenhum problema em colocar as próteses de silicone nos seios e engravidar. O silicone não impede ou atrapalha a amamentação. As próteses são colocadas abaixo das glândulas mamárias.

Além do silicone

Se a flacidez é o maior problema para você, o silicone talvez não dê o resultado esperado. “Próteses colocadas em mamas flácidas têm grandes chances de virar mamas grandes e flácidas depois de alguns meses, pois a função da prótese é preencher um tecido vazio e, se existe flacidez, é necessário que a mulher faça primeiro uma plástica para levantar seios flácidos, cuja função é a retirada da pele excedente para promover o levantamento das mamas”, diz a cirurgiã plástica Luciana Pepino. Neste caso, se ela ainda desejar, a prótese pode ser colocada no mesmo ato cirúrgico ou depois, ficando a critério do médico e da paciente. Outra cirurgia plástica para mamas bem comum é a mastoplastia redutora, indicada para a redução das mamas. Geralmente esta cirurgia, quando indicada, além de melhorar o aspecto estético da mama, também previne problemas causados por mamas muito grandes.

Firmeza na academia

Para quem não tem medo de encarar a malhação, há exercícios de musculação que evitam os seios caídos. O personal trainer Ivaldo Larentis explica que não são exatamente os seios que enrijecem, mas os músculos que ficam em volta deles. “Os seios possuem gordura e não existe um jeito de firmar a gordura do corpo. Mas, os exercícios de musculação podem, facilmente, trabalhar a musculatura peitoral, mantendo, também a pele firme”, diz. “Para o conjunto ficar ainda melhor, o ideal é combinar exercícios aeróbicos, que não deixam que a gordura dos seios aumente, deixando-os firmes por mais tempo”.

Manual pretende conter as cirurgias plásticas sem limites

A procura por um corpo perfeito tem levado muitas pessoas para as mesas dos cirurgiões plásticos. Em contrapartida, os excessos para atingir a forma ideal vêm causando verdadeiras deformações e lotando consultórios. O problema é tão grave que a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica lançará em agosto deste ano um manual com regras básicas sobre as cirurgias, estéticas, ou não, que são esquecidas por muitos profissionais da medicina.

O presidente da Sociedade, Sebastião Nelson Edy Guerra, alegou que muitos problemas poderiam ser evitados em uma cirurgia se os médicos realizassem os procedimentos corretamente. Posições adequadas durante uma operação, manuseio das anestesias e os riscos dos procedimentos são temas abordados no documento que será entregue aos estudantes e profissionais da área de saúde.

“Em todo procedimento existem normas que são de prevenção de acidentes. A cirurgia também possui normas. Acontece que com a evolução dos tempos aumentou o número de cirurgias, elas se tornaram maiores, mas também melhoraram a qualidade dos aparelhos e os medicamentos. Por isso lançamos o manual que vai criar uma obrigatoriedade. Elas já existem no ensino, mas com estas normas criadas pela Sociedade vamos ter uma cobrança maior, e claro, estamos aumentando a segurança nas cirurgias plásticas”.

O cirurgião plástico Cláudio Bicudo, Membro Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica adverte que a maioria dos pacientes não está satisfeito com a aparência, mas cabe ao cirurgião impor limites e assim reduzir ao máximo as cirurgias reparadoras. Para ele a cirurgia só deve ser feita quando realmente necessária.

“Existe um limite. É muito importante que o médico diga ao paciente o momento de parar. O cliente não tem o conhecimento de causa e efeito e não sabe que tal conduta feita pode não ter o resultado esperado. O médico é que precisa ter o conhecimento de causa e efeito, e não o cliente. E por isso precisamos explicar o resultado que pode ser alcançado com tal procedimento. O cliente chega querendo, mas ele não tem o nosso conhecimento”, orienta o especialista.

Outro alerta vem do médico californiano, Brian Kinney: os programas de televisão que têm como atração as cirurgias estéticas. Ele não é contra os quadros televisivos, mas critica a exposição exagerada dos procedimentos cirúrgicos levados até os telespectadores.

“É de extrema importância que o cirurgião seja treinado e licenciado. Normalmente os cirurgiões que participam destes programas não são certificados ou possuem especialidades definidas. No entanto, os realitys atraem pessoas com uma autoestima menor e aumenta o interesse da população. A parte de informação é pequena, mas a diversão é grande e com isso aumenta o interesse da população pelo assunto”.

No futuro, a prótese de silicone será totalmente substituída pelo uso de células-tronco

Tema de pesquisa polêmica, o uso de células-tronco na cirurgia plástica é debatido cada vez mais por especialistas.

No encontro mundial de cirurgia plástica, realizado na Turquia, em maio, o cirurgião francês Yves-Gerard Illouz arriscou uma previsão: no futuro, a prótese de silicone será totalmente substituída pelo uso de células-tronco.
 

Ninguém contestou. O respeitado médico francês foi quem inventou a lipoaspiração, em 1978, e a lipoenxertia logo depois (que injeta a gordura retirada em outra parte do corpo da paciente), para citar duas técnicas que, cada uma em sua época, foram recebidas com desconfiança pela classe medica.
O uso de células-tronco na cirurgia plástica vem sendo tema de pesquisas, debates e muita polêmica nos últimos anos. De acordo com os cirurgiões, já há médicos vendendo falsos tratamentos.

‘’A gordura contém células tronco, mas é preciso que fique vem claro que o simples fato de injetar gordura no corpo, como é feito na lipoenxertia, não pode ser chamado de aplicação de células-tronco’’, alerta o cirurgião Paulo Muller.
O que alguns médicos começam a empregar é gordura enriquecida com células-tronco. A novidade é uma técnica considerada simples, as mesenquimais e pluripotentes.

Funciona assim: um anestesista colhe o sangue do paciente na cirurgia, centrifuga e separa o ‘’plasma rico em plaquetas’’ (conhecido como PRP). A gordura aspirada é acrescida, então, desde plasma antes de ser enxertada na face ou no corpo do paciente. É assim que a mama pode ser reconstituída, dispensando o silicone.

‘’Para cada 60 ml de gordura, injetamos 3 ml de plasma rico em plaqueta’’explica o cirurgião Luiz Haroldo Pereira. ‘’Melhora a qualidade da pele e atenua rugas.’’

Técnica só é feita em laboratório. Outra técnica consiste em isolar, em laboratório, as células-tronco presentes na gordura lipoaspirada, para aproveitá-las na hora de injetar esta gordura novamente no paciente.

O cirurgião Volney Pitombo explica que a gordura, por si só, já tem celular tronco. Portanto, se recebe uma ‘’dose extra’’, o resultado pode ser duradouro quando se fala em rejuvenescimento.

‘’Há estudos muito avançados, a engenharia celular é o futuro da cirurgia plástica.’’, afirma.

Luiz Haroldo, porém, alerta: o isolamento das células-tronco da gordura só pode ser feito em laboratórios.
‘’Quem diz que esta ejetando células-tronco da gordura que acaba de ser retirada em consultórios esta mentindo.’’

Especialista em biologia molecular, Omar Lupi, da clínica Cryopraxis, acredita que o futuro caminha para a possibilidade de transformar o material raspado da bochecha do paciente em células-tronco:

‘’É um processo mais higiênico, mais pratico, e que pode gerar quantidade maior em células-tronco do que o processo de isolar a gordura.’’

Presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plastica, Sebastião Nelson ressalva que é difícil definir com exatidão os reais benefícios das células-tronco na plástica.

‘’É uma área em franca evolução, mas em estudos, apesar das ótimas perspectivas em relação ao tratamento de queimaduras, na recuperação da pele, por exemplo’’, diz.
‘’ Mais do que nunca, é preciso que os profissionais sejam cautelosos e éticos com a propaganda em torno do tema. ‘’

Práticas de exercícios e a cirurgia plástica

A prática de exercícios físicos é essencial para uma vida saudável. Junto com uma alimentação balanceada, a prática de exercícios gera resultados ótimos.

Após uma cirurgia plástica ou lipoaspiração a prática de exercícios físicos ajuda a manter os resultados e aumenta o processo de recuperação do corpo.

Porém é preciso prestar atenção ao período de pós operatórios, respeitar as orientações medicas sobre os exercícios que podem e não podem ser feitos. Enquanto estiver com pontos, é proibido a pratica de exercício. Após a retirada dos pontos, em media, pode-se voltar as atividades físicas após 2 semanas com atividades leves. As atividades físicas ajudam a diminuir os inchaços.

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