Archives for July 2012

Você sabia que sua cirurgia plástica tem prazo de validade?

Tudo na vida tem um prazo de validade e a cirurgia plástica não escapa desse fato. Ainda que seja após longo tempo, eventualmente será necessária uma nova intervenção cirúrgica – por exemplo, para trocar próteses, corrigir imperfeições ou resolver outros problemas.

Nem todos que se submetem a esse tipo de operação, porém, sabem disso, e se surpreendem quando precisam voltar à clínica ou hospital para repetir procedimentos, alerta o cirurgião plástico Tomaz Nassif, titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, chefe do Serviço de Microcirurgia Reconstrutiva do hospital federal dos Servidores do Estado, professor do Curso de Pós-Graduação em Cirurgia Plástica da PUC-Rio e chefe do Serviço de Cirurgia Plástica do Hospital do Rio.

  “Os pacientes que valorizam a saúde, o bem-estar e a aparência são os ideais na manutenção dos resultados, pelo cuidado e controle da alimentação e pela atenção que dedicam à pele”, frisa o Dr. Tomaz Nassif.

 

Perguntas:


O prazo de 10 anos para a troca da prótese de silicone é bem extenso e pode levar ao esquecimento.Como se programar para tal procedimento? A validade de procedimentos pode variar? Que procedimentos e quanto?

Hoje estima-se que este prazo tenha se dilatado, devido ao aumento da qualidade dos implantes. Portanto, pode levar 20 anos para que se tenha que substituir uma prótese mamária. O que se aconselha é que as pacientes procurem o cirurgião assim que notarem qualquer alteração no volume, na consistência ou na cor da pele das mamas, além de sintomas como dor e desconforto, antes inexistentes.  Na ausência destes sinais, que se submetam a um exame clínico, acompanhado de mamografia e US(ultrassonografia) das mamas pelo menos uma vez a cada dois anos.Os diferentes procedimentos que fazem parte da cirurgia plástica estética, variam de duração e têm, cada um, características próprias.  É importante conversar sobre isto com o cirurgião, tomando conhecimento dos prazos normais de validade daqueles procedimentos que estejam sendo cogitados.  Alguns fatores podem interferir, alterando a validade, como a idade, a qualidade da pele, doenças associadas e outros.

No caso de implantes decorrentes de câncer de mama e pagos pelo SUS, como fica essa troca? Ela seria custeada de novo pelo Governo?

Sim, pois a indicação de substituição virá sempre acompanhada de uma alteração qualquer da normalidade, como por exemplo, o endurecimento da mama, chamada de contratura capsular.

A ANVISA determinou novas regras, mais rígidas, para os implantes e para as relações entre médico e paciente. O médico é obrigado a acompanhar a recuperação do paciente e a sua eventual necessidade futura? Como o senhor faz isso normalmente?

É feito através do CNIM – CADASTRO NACIONAL DE IMPLANTES MAMÁRIOS, onde os membros da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica possuem um número de acesso, para cadastrar um a um cada paciente que recebe um implante, acompanhado do número de referência deste, fornecido pelo fabricante.  Desta forma, fica muito fácil e rápido rastrear e consolidar informações sobre implantes colocados e retirados, problemas encontrados, etc. Além disso, o cirurgião plástico deve manter estreita relação com os pacientes portadores de implantes de silicone, marcando revisões periódicas.

A idade do paciente pode gerar mais problemas?

A idade pode ser um fator de variabilidade, mas não necessariamente em relação direta, como por exemplo, quanto mais idoso pior.

Cirurgias de remoção de parte corpórea, como a lipoaspiração, têm um prazo de validade também? Qual? Por que?

A remoção de gordura por lipoaspiração é procedimento duradouro, desde que o indivíduo não venha a alterar o seu peso de forma constante. Mas é evidente que as alterações naturais do envelhecimento, inclusive o acúmulo de gordura em determinadas áreas ou o aumento da flacidez da pele, continuarão a acontecer normalmente com o passar do tempo.

As cirurgias plásticas às vezes são vendidas como soluções rápidas, eficazes e duradouras. Por que raramente se ouve falar em prazos da duração?

Existe uma cultura consolidada em relação à cirurgia plástica, aqui no Brasil.  As pessoas convivem em casa e em suas relações sociais com diversos indivíduos que já se submeteram a alguma cirurgia plástica, além de ser uma conversa frequente nas rodas sociais. Portanto, já existe uma ideia consciente de que as cirurgias não são para sempre, ainda que algumas possam ser, como as cirurgias que modificam o esqueleto, como o nariz, por exemplo.  Mas entre as paredes dos consultórios dos cirurgiões plásticos estas e outras questões têm que ser informadas e entendidas, antes que se pretenda colocar o paciente na sala e operá-lo.  Mas também é verdadeira a premissa de que é melhor acreditar em soluções permanentes…e assim esquecer destes detalhes.

Os maiores problemas na relação médico-paciente são motivados pela falta de conhecimento em relação à validade de procedimentos? Não seria melhor esses fatos serem veiculados com mais frequência?

Não sei se esta assertiva é verdadeira.  Mas acho que esses fatos têm sim, que ser conhecidos pelos interessados, e veiculados com maior frequência pela mídia.

Os prazos podem ser afetados por uma cirurgia mal realizada? Como?

Claro que sim. Erro na tensão adequada da pele, cortes em localização errada, tudo pode afetar a qualidade e a durabilidade de uma cirurgia. Resumindo, uma cirurgia, qualquer que seja, não pode ser mal realizada. As consequências podem ser ruins e até trágicas.

Existem meios de se alongar os prazos de uma forma natural – como controlar a alimentação e/ou utilizar cosméticos especiais?

Claro que sim! Os pacientes que valorizam a saúde, o bem estar e a aparência são os pacientes ideais na manutenção dos resultados, pelo cuidado e controle da alimentação e pelos cuidados que dispensam à pele.  É sensível a diferença que a alimentação e alguns cosméticos podem exercer sobre os resultados de um procedimento estético cirúrgico, preservando e alongando os prazos de validade.  Recomendamos sempre que os pacientes procurem se cercar de profissionais destas áreas, como nutricionistas e dermatologistas.

No caso dos implantes mamários, como a troca ocorre a cada 10 anos, em média, pode ser feita sucessivas vezes durante a vida. Até quanto? Isto pode acarretar algum problema?

Não há maiores problemas em substituir implantes de mama várias vazes durante a vida.  Como as mamas estão em constante evolução ao longo da vida, é normal que pelo menos dois ou três eventos cirúrgicos ocorram, acompanhando a vida ativa da mulher, antes e depois da gravidez e algumas vezes por conta de algum distúrbio patológico das mamas.

Frederico Mattos

 

Fonte: Mundo Mulher

Silicone industrial deforma o corpo e pode levar a morte

A substância usada na limpeza de carros e impermeabilização de azulejos é aplicada de maneira ilegal em homens e mulheres.

O implante de silicone é uma das cirurgias plásticas mais realizadas no Brasil. A prótese pode ser colocada nos seios, glúteos, coxas e até nas panturrilhas para aumentar o volume da região. A recomendação da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica é que o procedimento seja realizado por profissionais habilitados e em clínicas e hospitais que possuam a estrutura necessária para atender o paciente. “Mesmo com a popularização das cirurgias estéticas, muitos homens e mulheres ainda recorrem ao uso do silicone industrial ou líquido, um perigo à saúde”, afirma o cirurgião plástico Alderson Luiz Pacheco.

O uso do silicone industrial para aplicação no organismo teve início na década de 70, principalmente por travestis, que buscavam formas corporais mais femininas para se sentirem aceitos no grupo ou aumentarem o rendimento com a prostituição. “As mulheres também aderiram à prática, que é clandestina e extremamente rejeitada pelos médicos e profissionais da área. O siliconoma, uma espécie de tumor causado pela reação do corpo a aplicação do produto é apenas um dos diversos malefícios que o silicone industrial pode provocar no organismo”, ressalta.

Necrose dos tecidos, embolia, reações alérgicas, dificuldades para andar, deformidades e morte por infecção generalizada são algumas das consequências da aplicação de silicone industrial. Usada para aumentar e dar contorno aos seios, bumbum, pernas, bochechas e boca, a substância é aplicada por pessoas sem conhecimento técnico, as chamadas ‘bombadeiras’, com materiais de origem duvidosa e em locais sem a menor estrutura. “Isto aumenta o risco de infecções e contaminação. Se o produto entrar na corrente sanguínea, ele provoca septicemia e o indivíduo morre logo após a aplicação”, alerta.

O silicone industrial tende a se movimentar por causa da ação da gravidade. Se for aplicado no rosto, por exemplo, pode descer para o pescoço. Nos seios, a substância pode ir para a barriga e nos glúteos o líquido desde para as pernas e os pés. Estas são sequelas que não podem ser disfarçadas. “Sem contar a dor física durante o procedimento. Pacientes relatam que quando o silicone ilegal entra em contato com a pele e os tecidos, a sensação é que está sendo colocada água quente dentro do corpo, que entra rasgando para encontrar espaço entre os tecidos”, conta.

As vítimas do silicone industrial sofrem danos físicos e psicológicos. A frustração de buscar um corpo perfeito e ter resultados que comprometem a saúde, a estética e a qualidade vida aumenta o pesadelo. A situação fica ainda pior quando não há como reverter às sequelas do silicone industrial. “Em alguns casos é possível retirar a substância com lipoaspiração, mas em outros é necessário remover partes do tecido, já que o produto químico se espalha pelo corpo e adere à região muscular. A cirurgia radical pode deixar o corpo ainda mais defeituoso, mas às vezes é a única alternativa”, explica.

As diferenças entre o silicone ilegal e as próteses tradicionais é o produto utilizado e a forma de aplicação. O industrial tem como finalidade a limpeza de carros e peças de avião, impermeabilização de azulejos e a lustração de painéis automotivos. “Ele é aplicado por meio de seringas usadas em animais, principalmente para equinos. O uso de silicone líquido para fins médicos é proibida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e pelo Ministério da Saúde. O produto sempre irá causar problemas no corpo e não deve ser utilizado em hipótese alguma”, avisa.

Pacheco enfatiza que o uso do silicone industrial continua devido aos preços mais baixos comparados a uma cirurgia plástica. Mas o baixo custo monetário não compensa os riscos e os danos causados à saúde. “Normalmente, as pessoas que colocam o silicone ilegal no corpo só buscam ajuda quando estão com dores e deformidades. Mas quem se submeteu a este tipo de aplicação, deve procurar um médico imediatamente, pois somente ele poderá intervir se houverem complicações. Somente um profissional qualificado saberá avaliar a gravidade de cada caso”, finaliza.

Dr. Alderson Luiz Pacheco.- cirurgião plástico, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica

Fonte: Mundo Mulher

Peaquisas revelam que procura de homens por cirurgias plásticas aumentou 25% em 5 anos

Os homens têm procurado, e muito, os consultórios de cirurgias plásticas à procura de intervenções. Cada vez mais vaidosos e querendo elevar a auto-estima, eles estão perdendo a vergonha de procurar as clínicas, tanto que nos últimos 5 anos, o número de homens que fizeram algum tipo de intervenção estética cresceu 25%.

As mais procuradas: lipoaspiração e plástica das pálpebras, respectivamente.

Os principais motivos: não conseguir eliminar as gordurinhas localizadas através de exercícios físicos e envelhecimento da face devido ao excesso de pele nas pálpebras.

Idade média: depende da cirurgia. Homens de 13 a 18 procuram por ginecomastia (excesso de glândula mamária), os de 50 querem corrigir o excesso de pele nas pálpebras e os que têm entre 30 e 40 anos, querem lipoaspiração.

4 dicas que te ajudam a evitar queloides pós-operação

Se você tem tendência a ter queloide, não fique com medo de fazer cirurgia plástica, pois hoje em dia já existem meios de  evitar o problema. Os cuidados devem ser tomados durante os três primeiros meses pós-operação:

– Bandana elástica e fita de silicone

As bandanas elásticas e as fitas de silicone comprimem a região operada, o que diminui o fluxo de sangue e evita a produção excessiva de colágeno. É por inibir o estímulo à cicatrização que evita a formação da queloide.

Os preços das bandanas variam entre R$180 e R$300 e são indicadas pelo cirurgião. O uso é de 3 meses, por isso é preciso ter a higiene e cuidados necessários para manter a elasticidade e pressão certas que evitam a queloide. Cuidados: lave com água corrente, seque com ventilador, coloque em um saco plástico e coloque no freezer por 20 minutos.

Já as fitas de silicone têm uma vantagem: são enriquecidas com óleo mineral que mantém a cicatriz hidratada, inibindo a coceira no local. As tiras devem ser cortadas no tamanho da área a ser tratada e fixadas no local por, no mínimo, 12 horas. É durante o banho que recomenda-se a retirada da fita. Após o uso, lave-a com sabonete neutro, enxague com bastante água morna e deixe secar naturalmente. A mesma tira pode ser usada por 20 dias e podem ser encontradas em farmácias e drogarias por a partir de R$30.

– Cremes com corticoide 

O paciente pode usar cremes com corticoide para inibir o estímulo e produção de colágeno na cicatriz, mas somente se for recomendado por um especialista que supervisione o período de aplicação. É preciso ter muito cuidado pois o uso incorreto (fora da cicatriz) pode provocar lesões na pele.

– Pomadas de silicone

É recomendado para locais que não tenham contato com roupa, como mãos, rosto e pescoço ou que seja de difícil acesso para a fita, como o umbigo. É de fácil aplicação e não necessita de nenhum tipo de bandagem de compressão. O ideal é usar uma camada fina e reaplicá-la depois de 12 horas. Um tubo de 15g da pomada custa cerca de R$ 70.

– Evite o sol

Mesmo que o sol não seja responsável pelo aumento e inchaço das cicatrizes, ele estimula a produção de melanina na região, deixando-a mais propensa à pigmentação, resultando em uma área mais escurecida. Caso você precise se expor, evite o sol das 10h as 16h e use protetor solar.

A cada 5 minutos é realizada uma cirurgia de aumento de mamas no Brasil

A lei da gravidade é implacável também com os seios femininos, e uma hora eles caem. Muitas mulheres recorrem às próteses de mama, que exigem alguns cuidados na anestesia, na cirurgia e no pós-operatório.

O Bem Estar desta terça-feira (8) falou sobre como é feita a escolha do tamanho mais adequado para cada mulher, de quanto em quanto tempo é preciso fazer a troca, e a interferência do silicone na amamentação e em exames como a mamografia – que é nula, desde que bem feito.

Segundo o cirurgião plástico Élvio Garcia, o silicone não serve só para aumentar a mama, mas também para modificar a forma e corrigir eventuais irregularidades, como assimetrias (que atingem 30% das mulheres).

Aos 18, 19 anos, os seios param de crescer. Se eles caírem, existe cirurgia, que não precisa incluir silicone.

As próteses de mama foram criadas nos anos 1960 por um cirurgião inglês e, na época, eram mais duras e redondas, feitas de silicone líquido e material sintético. Até o início dos anos 2000, os modelos mais vendidos não chegavam a 200 ml. Hoje, os mais pedidos e usados são os de perfil alto e 300 ml. E há também os implantes ajustáveis.

O maior problema, em geral, é uma rejeição do organismo da mulher. Por isso, a cirurgia precisa ser feita com um profissional qualificado.

A grande oferta tem ajudado a baixar o preço médio dos implantes, que hoje já podem ser pagos em até 12 parcelas e saem em torno de R$ 1.400, correspondendo a cerca de um terço do valor da cirurgia (R$ 4.200).

Os seios são basicamente formados de músculos, tecido mamário e gordura no meio. Uma mama pequena pesa cerca de 200 g, uma média 300 g e, a partir de 400 g, ela é considerada grande, de acordo com o ginecologista José Bento.

Cuidados no pós-operatório
Pode haver dor nos primeiros dias, ainda mais com movimentação dos membros superiores, o que é controlado com analgésicos. É recomendado um sutiã de maior contenção das mamas.

Fazer ginástica só é permitido a partir de um mês, com consentimento médico. Membros superiores não devem ser trabalhados. Com o aumento abrupto das mamas, as estrias pré-existentes podem se tornar mais salientes.

SUS
Segundo o Ministério da Saúde, em 2010 foram realizadas 1.704 cirurgias de plástica mamária pelo Sistema Único de Saúde (SUS), o que representa mais que o dobro do total de 2007 (786). O governo investe cerca de R$ 1,5 milhão por ano para o custeio desse tipo de atendimento.

A cirurgia é indicada para os seguintes casos:

– Reconstrução da mama após diagnóstico de câncer (pós-mastectomia com implante de prótese)
– Filarioses (doença parasitária em que um dos tipos é conhecido como elefantíase ou filariose linfática)
– Lipodistrofia na região da mama (distribuição anormal da gordura corporal)
– Hipertrofia (aumento) da mama
– Ausência congênita dos seios
– Outras malformações congênitas da mama
– Queimadura de terceiro grau e/ou sequelas de queimaduras

Vale lembrar que essa é uma cirurgia indicada não apenas às mulheres – os homens também podem fazer plástica mamária pelo SUS em casos de lipodistrofia e hipertrofia.  A lipodistrofia atende, ainda, pacientes com HIV, pois o uso de antirretrovirais pode resultar no problema.

Cuidados com a pele evitam oleosidade e envelhecimento precoce

Se você for contar, tem pelo menos uns cinco tipos de creme que usa diariamente, não é? Mas usá-los quando dá vontade ou quando se lembra apenas não garante 100% de eficácia.

Isso porque o corpo todo, inclusive a pele, tem um ritmo de funcionamento regulado pelo sistema nervoso, que, influenciado pela percepção das mudanças da luz, altera os tipos e as quantidades de hormônios liberados no organismo.

O que significa que seu corpo sabe o horário certo de dormir e de se levantar. Adaptar seus cuidados de beleza a esse relógio interno pode garantir mais beleza à sua vida! Quer aprender?

Pela manhã
A hidratação da pele do rosto e dos lábios diminui bem enquanto você dorme. Por isso, além de acordar com a boca seca e morrendo de sede, é normal sentir a região descamando ou até um tanto esbranquiçada. Na área dos olhos, onde a pele é mais sensível, ocorre uma retenção hídrica nas camadas mais profundas, deixando os olhos levemente inchados.

Por volta das 4 da manhã, sua temperatura, sua pressão arterial e seus níveis de hormônio começam a subir, aumentando a oleosidade da pele. Isso recupera um pouquinho de hidratação, mas você ainda precisa ajudar sua pele a ficar vistosa. É simples:

Por mais que você tenha tomado banho e limpado a pele antes de dormir, seu rosto vai amanhecer sujo no dia seguinte. É fato. Então, ao acordar, lave a pele com um sabonete suave para remover as impurezas e as células mortas que surgem da renovação natural da pele.

Se você quer diminuir o inchaço dos olhos, o jeito é usar um creme com agentes vasoconstritores, que mandam embora esse inconveniente. Aplique dando leve batidinhas e comece pelo canto externo rumo ao interno.

Um truque para potencializar o resultado é deixar o creme na geladeira durante a noite, já que a baixa temperatura contrai os vasos e ajuda a diminuir o inchaço.

Aliás, é exatamente por esse motivo que as compressas feitas de chá funcionam tão bem. Para remover as células mortas dos lábios, o jeito é hidratar bem. Hidratantes labiais com vitamina E têm um efeito poderoso.

Vale à pena trocar uma ideia com o seu dermatologista. Antes de sair para o trabalho (20 minutos já são suficientes), aplique um protetor solar com FPS 30 (ou mais, caso sua pele seja bem branquinha) no rosto.

Existem alguns hidratantes já com FPS na fórmula, esses são uma ótima opção pra quem tem pele ressecada. Se a sua é oleosa, opte pelas versões em gel.

Ao meio-dia
Os hormônios que começam a agir pela manhã atingem seu pico entre 12h e 16h. Um em particular, o cortisol, pode deixar sua zona T (testa, nariz e queixo) brilhando por conta do acúmulo de oleosidade.

O aumento da temperatura do corpo também é uma das causas para que a rosácea esteja mais nítida na hora do almoço, uma vez que a temperatura mais elevada estimula as glândulas sebáceas e, junto com a poluição, acaba obstruindo os poros.

Nesse caso, a dica é optar por uma base ou pó que contenha filtro solar na composição. Várias linhas de maquiagem têm opções desse tipo, ok? É bem fácil de achar.

À tarde
Depois das 16h, nosso corpo entra num ritmo mais devagar, como se estivesse se preparando para dormir. É aí que o rosto ganha aquele ar cansado. Para revitalizar a aparência, borrifar um pouco de água termal é a solução. Dê preferência àquelas com substâncias antioxidantes, que revigoram a pele pra valer.

À noite
Ok, você está dormindo, mas seu organismo trabalha a todo vapor para se regenerar. É o hormônio do crescimento que tem essa função, e apenas à noite ele faz isso (entendeu o porquê da expressão sono de beleza?).

Esse hormônio é um dos incentivadores da reparação da epiderme e da manutenção do colágeno. Por isso, a noite é a hora mais indicada para usar tratamentos tópicos, já que a pele não vai ficar irritada com o sol e nem o suor vai levar embora o produto que você passou. Mas antes de se jogar na cama, tem que limpar o rosto muito bem.

Primeiro, com o mesmo sabonete que usou pela manhã, depois passe um tônico para retirar as impurezas persistentes. Só depois use seu creme de costume.

É sempre bom lembrar… Lavar o rosto toda vez que senti-lo oleoso não é correto, pois a pele se sente agredida e produz mais sebo para se proteger.

O resultado é completamente oposto, sabia? Abusar da esfoliação também não ajuda em nada. Faça isso uma ou duas vezes por semana, de acordo com a indicação do seu dermatologista, que é a pessoa mais indicada para lhe receitar os melhores produtos. Uma rotina de beleza é prazerosa e, conforme você percebe os efeitos, dá mais gosto de se cuidar. Pode ter certeza!

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